quarta-feira, 30 de abril de 2014

Capítulo 43-História ''Vondy Meio-Irmãos''


Ele tomou meus lábios, como se fosse o último dia de nossas vidas e se retirou de mim, logo após penetrando de novo, fazendo eu ir a lua e voltar. Ele fazia movimentos lentos, me forçando a rebolar.

Continuamos o ato, até os primeiros raios de sol aparecerem. Ás cinco da manhã, para ser exata, caí na cama logo pegando no sono. Depois de uma hora tive que me levantar para ir ao colégio, porém levantei com um sorriso no rosto. Tomei um banho rápido, já sai do banheiro colocando meus tênis e me arrumei rapidamente.

Tomei uma xícara cheia de café e coloquei minha mochila nas costas. Logo, já estava nos corredores do colégio, procurando com o olhar as meninas. Acabei esbarrando em alguém.

Dul:


— Oh, mil perdões como sou distraída. — Disse ajudando-o a pegar as coisas que haviam caído.

— Dulce?

— Sim.... Xavier?

— Só nos encontramos dessa maneira não é? — Ele disse rindo e eu assenti. 

Ele ficava a todo momento puxando assunto, minha vontade era o deixar falando sozinho, mas sei lá. Eu tinha uma certa pena. 

— Xavier, eu irei encontrar Annie e May, ok? Vou lá. — Disparei depois de encontrar as duas.

— Meninas! — Eu disse sorrindo.

— Oi Dul! — Ambas retribuiram o sorriso.

— Hum... Olha Anahí, ela está tão felizinha!

— É, né, o que deve ter acontecido?!

— Vocês viram passarinho azul, é?

— Nós que devíamos lhe perguntar, né!

— Meu Deus, como, vocês já sabem?

— Viu! — Maite disse rindo. — Estou certa!

— Como descobriram?

— Seus olhinhos brilhantes.

Contei tudo para elas, apenas polpei os detalhes, por vergonha! Entramos na sala e fizemos a prova normalmente, ocorreu tudo bem. A tarde fui para a casa. Christopher ainda não havia chegado. Fui direto para a cozinha e tomei um copo de limonada.

Depois fiquei mexendo no celular. Tomei um completo susto, quando recebi um SMS de Xavier, como assim ele tinha meu número?

“ Oi Dulce! Aqui é o Xavier. ”

“ Como conseguiu meu número?! ”

“ Sua mãe me passou. ”

“ Minha mãe?! ”

“ É. Como está, tudo bem? ”

“ Tudo sim. ”

“ Ah comigo também está ótimo.”

Por um momento fiquei confusa, para que minha mãe dar meu número a ele? Ela não queria nem olhar mais na minha cara, porém queria empurrar Xavier pra cima de mim, oi? Isso era totalmente estranho! 

Algumas semanas depois...

Dulce até estava amiga de Xavier, porém o mesmo não a deixava. Estava se dando muito bem com Christopher, tirando as crises de ciúme de ambos e discussões bobas. Ela tirava de toda as frustrações e desabafava com esse “amigo” — o que fazia Maite e Anahí se afastarem —. Vivia brigando com as meninas, pois ela passava a maior parte do tempo com ele. Maite havia voltado com Christian e Anahí estava quase noivando com Poncho e o grupinho não era mais o mesmo. E a ruiva querendo ou não a culpa era dela. 

Estavam na hora do almoço. Cada um seguiu seu caminho, Dulce resolveu sentar com eles — má ideia. 

— Oi, posso sentar aqui? — Ela disse, perguntando aos quatro. Todos assentiram. O almoço correu em silêncio, um silêncio constrangedor. — O que aconteceu com a gente?! Éramos os melhores amigos de toda vida e agora isso? Por briguinha a toa! Aqueles anos não valeram de nada? 

— Foi você quem procurou isso, você acha que queríamos isso, Dulce?! — Poncho disse.

— Eu procurei?

— Tudo mais importante na sua vida é os seus problemas, você foi cada vez mais se afastando de nós! — Respondeu Anahí.

— Vocês só sabem me julgar, me repreender, eu pensei que era para sempre. Estava errada, né?
 
— Ela se levantou e deixou a bandeja no lugar. Depois caiu no choro. Estava tudo muito difícil. 

Limpou as lágrimas e passou uma água no rosto. Quando ia saindo do banheiro, deu de cara com Anahí, também chorando. 

— O que houve Dulce?

— Nada.

— Como assim nada, seus olhos estão mais vermelhos que seus cabelos!

— Vocês! Parem de me julgar, parem de fazer isso comigo!

Elas se abraçaram. 

— Para com isso, fica calma, ok? É que você praticamente nos deixou, praticamente não! Você deixou, porém vamos resolver isso, não chora mais!

As aulas acabaram e Dulce foi para casa, mais uma vez Christopher ainda não havia chegado. Ela tomou um banho e descansou. Acordou ás sete e meia da noite, ele ainda não tinha chegado, já estava ficando preocupada. Ficou lendo um livro qualquer. 

Recebeu uma mensagem, mais uma vez de Xavier.

“ Dulce, eu estava aqui sem fazer nada e estava pensando, que tal irmos no cinema? ” 

A mesma ficou um pouco pensativa, mas não havia problemas eles eram amigos e era só um "cinema". Mandou uma mensagem confirmando e começou a se arrumar. Colocou uma saia com cinto, uma blusa de mangas branca curtinha deixando a sua barriga lisa e definida a amostra, um cachecol azul e uma meia-bota com saltos altos.


Logo o mesmo chegou. De imediato ficou impressionado com a beleza da ruiva — safado. Eles ficaram o caminho todo calados, Dulce já estava constrangida com aqueles olhares. Assim que chegaram no shopping foram em direção ao cinema. Compraram entradas para um filme de comédia.

No cinema o pensamento de Dulce era todo em Christopher. Estava se sentindo meio culpada, não havia nem o avisado que iria. Xavier puxava assunto e tudo, mas ela não correspondia. Havia feito tudo totalmente errado naquele dia.

O filme não tinha nada de engraçado — para Dulce —, ela ficou calada o tempo todo e não dava nenhuma risada. Quando dava era forçada.

Capítulo 42-História '' Vondy Meio-Irmãos''

Fui ao quarto e peguei meus fones de ouvido. Fiquei ouvindo músicas e só. Acabei dormindo. Acordei já na cama, com um pesadelo terrível, acordei me contorcendo e gritando. 

— O que houve Dul?

— Eu tive um pesadelo. Eu não lembro muito bem, só que não foi bom!

— Fica calma, não está acontecendo nada, é coisa da sua cabeça.

Me levantei e bebi um copo d`água. Depois me direcionei ao banheiro e joguei uma água no rosto. Após me deitei novamente.

— Está tudo bem?

— Já estou melhor, obrigada.

Iniciamos um beijo, um beijo bem calmo e doce. Depois nos abraçamos.

— Que saudades do seu beijo, ele mesmo que me acalma! — Eu disse, sorrindo.

No outro dia foi tudo a mesma coisa. Cheguei do colégio, fiquei vegetando em casa e a noite normalmente dormi. Era assim minha rotina. Na sexta-feira, Christopher começou a trabalhar na empresa do pai dele e só chegava a noite. Era estranho ficar sozinha em casa. 

Meu pensamento era o tempo todo nele. Ouvi duas batidas na porta. Nem olhei no olho mágico, saí atendendo.

— Oi....Dulce?! Seu irmão está aí? — Era Belinda.

— Irmão, ainda não nasceu. — Zombei. 

— Quis me referir a Christopher.

— Está fora.

— Ah sim, então deixa pra láh.

— Não que isso, eu posso te ajudar.

— A eu queria um punhado de açúcar, somos vizinhos agora e o meu acabou.  

— Sem problemas.

Cobra! Dava para ver em seus olhos que estava mentindo, queria mesmo era se insinuar para MEU HOMEM! Fiz o que ela pediu.

— Aqui está. — Sorri falsa. — Era só isso?

— Sim. 

Ela foi embora e eu fiz uma careta quando ela se virou. Bati a porta.

— Vaca, vadia, nojenta, idiota! Você não vai ter o MEU Christopher! Nunca!

Me sentei no sofá e fiquei assistindo Pretty Little Liars. Sim, minha série preferida, a um tempo que não assistia. Fiquei esperando Christopher. Não dormi, enquanto o mesmo não chegou. Passei a mão pelo ventre e lembrei quando tinha alguém ali, acabei caindo no choro.

— Mas por que comigo? É sempre comigo! Será que um dia serei feliz? — As lágrimas banhavam todo meu rosto, era normal já, para mim. Estava me sentindo sozinha e depressiva. A todo momento vinha em uma cabeça a imagem de uma menininha em meus braços, uma menininha com olhos castanhos e cabelo enrolado, branquinha, como a neve. Mas esse sonho não se realizou, era apenas imaginação.

Aquilo cortava meu coração de uma tal maneira, que fazia como se não restasse mas nada de mim. Então eu lembrava de minha própria mãe, ela me espraguejou e me xingou, ainda nem se quer, pensou em mim, pelo menos creio. Se meu pai estivesse vivo, ele me apoiaria e faria eu sorrir nesses momentos, porém mais uma vez a vida me golpeou pelas costas.

Quanto mais eu chorava mais lágrimas havia. Meu pai se foi, minha futura filha ou filho. E literalmente minha mãe se foi também. Me joguei no sofá e deixei que as lágrimas tomassem conta de mim.

Christopher chegou chamando meu nome. Me levantei para o olhar e ele se espantou.

— O que aconteceu, Dul?

— Ah Christopher, eu sou uma depressiva, só isso! A vida cada dia a mais me mata mais um pouco. Eu estou morta por dentro!

— Me explica, amor, o que houve?

— Não vê como tudo é sempre mais complicado para mim, pior... Perdi meu pai nova, perdi minha filha. A vida sempre me golpea pelas costas. Era para eu estar acostumada.

— Se continuar assim, vai me perder!

— Te perder! Por favor Christopher, fique comigo pelo menos, por compaixão! Eu te amo muito!

— Me perder, porque eu vou morrer, sofrer com você assim! Não vê que você é minha vida!

— Você também é a minha, o único que restou! Que está ao meu lado! Você é o meu cristal, meu rubi...Eu me sinto completa com você, mesmo estando sem nada. — Ele me calou com um beijo. Um beijo feroz, tirando toda a tristeza que existia no meu coração. 

Tirei seu terno, ao mesmo tempo que o beijava. Entrelacei minhas pernas em sua cintura e seguimos para o quarto. Ele me deitou cuidadosamente na cama, o puxei pela gravata o pressionando mais contra mim. Ele colocou as mãos em meus quadris e rapidamente tirou o short que eu usava. Desabotoei sua camisa por inteiro e com sua ajuda, a tirei. 

Christopher puxou minha blusa e a retirou. Pressionei meus pés contra sua cintura, desabotoando sua calça e a removendo. Ele começou a dar beijos molhados em meu pescoço, fazendo eu me excitar mais. Tirou meu sutiã e começou a estimular meus mamilos que já estavam enjurecidos. Jogamos minha calcinha para qualquer lugar do quarto e fizemos o mesmo com a cueca. Ele se preveniu e me penetrou. 

Mais uma vez Christopher me fez sentir completa, nos encaixavámos perfeitamente! Eu pedia por mais a cada segundo. Nesses momentos que eu percebia que fomos feito um para o outro.

Ele levou sua boca ao meu seio esquerdo, enquanto acariciava o direito, sem deixar de se movimentar dentro de mim. Eu suspirava e mordia meus lábios, contendo alguns gemidos teimosos. Cravei minhas unhas em suas costas. Eu chamava seu nome. Chamava por ti. Não tinha sensação melhor. Por um momento esqueci das minhas tristezas, dos meus medos, dos meus pudores, apenas me entreguei como se fosse a nossa primeira vez. Ele fez o mesmo com o outro seio e depois os deixou de lado. Christopher saiu de dentro de mim e foi minha fez de lhe proporcionar prazer.

Envolvi seu membro em minha mão e depois coloquei em minha boca. Aos poucos fui ganhando confiança e fazendo certo. Os movimentos se realizavam naturalmente. E não proporcionei prazer a somente ele, mas a mim também. Eu o chupava e o masturbava ao mesmo tempo. Ele*******e me puxou para cima. Ergui minha cabeça para trás me oferencendo mais a ele. O mesmo me penetrou sem dó, fazendo eu gritar. E um orgasmo avassalador invadiu todo o meu corpo e alma. Estávamos ali, entregues um ao outro, encaixados perfeitamente. Apenas eu e ele, sem mundo, sem tristezas, sem mais ninguém, apenas eu, ele e nosso amor.  

terça-feira, 29 de abril de 2014

Capítulo 17-RBD ''Y Soy Rebelde''


Roberta foi procurar Diego, e encontrou ele estava cantando com seu violão no barco, e depois entrou no barco.

Pensamentos de Roberta:
Vou pegar o violão do bonequinho.

É Roberta pegou o violão de Diego, e ele chega no momento, e de longe Pilar observava tudo:

Diego: Está maluca? porque pegou o meu violão? me devolve logo idiota.

Roberta: É se eu não quiser o que vai fazer em?

Diego: Me da logo sua idiota.

Roberta: Então vem buscar loirinho(disse ameaçando jogar o violão na água)

Diego: Não por favor, não o meu violão não, ele custou muito caro e é autografado por um famoso.(dizia desesperado)

Roberta: Eu valio mais é você cortou as cordas que eu estava segurando, é eu cai dentro da água.

Diego: Aquilo foi um acidente não foi culpa minha.

Roberta: Não minta bonequinho, diga a verdade foi você.

Diego: Ta bom fui eu, mais foi só uma brincadeira.

Roberta: Ah é, então você gosta de brincadeiras, então eu vou fazer uma agora(disse e jogou o violão na agua) ops foi só uma brincadeira.

Diego: Sua idiota, você me paga(e se jogou na água para tentar pegar o violão)

Roberta: Você não vai achar mais loirinho, o seu violão agora deve ter virado comidinha de peixe(disse rindo)

É Diego sai da água e corre atrás de Roberta

Diego: Agora você vai vê quem sou eu(disse puxando Roberta e a jogando no chão)

Roberta: Me solta seu idiota(disse se debatendo nos braços dele)

Diego: Quem você pensa que é em? para se meter com um Bustamante.

Roberta: Eu não tenho medo de você.

Diego: Ah não, agora vai vê quem sou, se eu quiser eu posso jogar você na água, você escorregou e caiu na água, é como não sabe nadar ninguém vai desconfiar de mim e iria pensar que foi um acidente, tá escutando idiota. Tá com medo não é?

Roberta: Claro que não.

Diego: Claro que está com medo, muito medo, isso acontece por se meter com alguém que tem muito poder.

Roberta: Você não passa de uma imitação barata do seu pai, quem tem o poder é ele, e você não tem nada.

Diego: Isso é que vamos vê, eu sei muito bem que é você quem escreve as cartas anônimas, é se escrever algo sobre mim ou sobre os meus amigos, eu acabo com você, eu não queria está no seu lugar.

Roberta: Porque?

Diego: Olha eu não gosto de sujar as minhas mãos, mais eu conheço muita gente que não se importa, é por dinheiro garota faz qualquer coisa, agora sai daqui(disse se levantando e saindo)

Pensamentos de Roberta:
Ai como eu odeio esse bonequinho, mais ele vai me pagar por isso, nunca senti medo de ninguém.

Pensamentos de Pilar:
Mais um notícia para as cartas anônimas, Roberta atirou o violão do Diego no mar, e ele a ameaçou para não escrever nada sobre ele nas cartas, e se eu escrever, ele vai achar que foi ela, concerteza vai dar um jeito para que essa filha de vedete saia do colégio, não suporto essa garota. O meu pai não deveria aceitar gente desse nível no colégio.

No quarto das meninas:

Lupita: O que aconteceu? porque está assim Roberta tão quieta e pensativa.

Roberta: Porque quando eu fui atrás do Diego, ele me ameaçou é diz que se aparecer mais alguma carta com algo falando dele ou daquelas patricinhas, ele falou que vai mandar alguém me matar, mais eu não escrevo essas porcarias, mais claro tudo que acontece sou eu.

Josy: Amiga é você acreditou nisso, é óbvio que ele falou isso, para te assustar, e te deixar com medo.

Roberta: Então ele conseguiu.

Josy: Você não pode se deixar abalar por um filhinho de papai, ele não vai fazer nada.

Roberta: Você fala isso porque não estava lá, precisava vê como ele estava.

Lupita: Ai não fica assim amiga(disse abraçando Roberta)

Josy: Hoje é o último dia desse paraíso.

Roberta: Ainda bem não iria suportar ficar mais perto desse bonequinho.

Josy: É hoje tem festa.

Roberta: Então vamos se arrumar, porque eu não vou ficar aqui, vou mostrar a ele que não tenho medo.

Josy: É isso que você tem que fazer.

Lupita: Amiga é só você não meter mais com eles.

Josy: É deixar ele pensar que está com medo, claro que não.

Na Festa:

Tomas: É ai pessoal tem mais uma das cartas anônimas aqui(disse pegando uma carta e começando a ler)

Diego: Se tiver alguma coisa falando de mim, você já sabe né(disse puxando o braço de Roberta)

Roberta: Me solta(disse e ele a soltou)

Carta:

Será que ninguém consegue parar essa garota pois é nem o filho do poderoso secretário conseguiu colocar medo em Roberta Pardo ela o enfrentou é ainda jogou o violão preferido de Diego no mar. É tem mais ainda ouvi dizer que a gordinha da turma está apaixonada por Miguel, mais obviamente ele não da bola para ela, vamos ser realistas o Miguel nunca olharia uma gorda.

É quando Celina ouviu a carta logo saiu de lá chorando e Miguel foi atrás dela.

Diego: Aquela garota me paga, cadê ela?(disse olhando para o lado mais ela não estava mais)

Roberta foi para o quarto arrumar suas malas para ir embora:

Pensamentos de Roberta:
Não fico mais nem um minuto nesse clube com esse bonequinho, vou ligar para minha mãe é inventar algo.

Com Miguel e Celina:

Miguel: Porque você saiu de la chorando?

Celina: Como porque? você descobriu que eu estou apaixonada por você, você e todos devem está me achando uma boba não é, que besteira a minha de me apaixonar por você, claro que um menino lindo como você nunca olharia uma gorda feito eu.

Miguel: Você está errada, eu também gosto de você.

Celina: Não mente pra mim Miguel, está falando isso para eu não chorar.

Miguel: Não, não eu estou falando sério, então você aceita namorar comigo?(e nesse momento Mia estava chegando)

Celina: Mais é claro(disse bem feliz e deu um beijo nele)

É Mia saiu rapidamente de lá já chorando:

Pensamentos de Mia:
Estou feliz pela Celina ter conseguido namorar o menino que ela gosta, não pra que mentir pra mim mesma é claro que eu não estou feliz, porque eu também gosto daquele caipira, apesar dele me tratar super mal é isso eu não entendo, eu me apaixonei por ele, mais agora que eu sei que ele não sente nada por mim, vou tentar esquece-lo de qualquer jeito, e deixar a minha melhor amiga ser feliz com ele.

~~2 meses se passaram, já era o dia de todos os alunos voltarem para o colégio depois das férias~~

Pov Mia:

Eu passei minhas férias com as minhas melhores amigas Celina e Vick foram uma das melhores férias na França, o meu pai deixou eu ir com elas, mais como sempre não foi pois tinha muito trabalhos, mais eu já estou acostumada com isso. Hoje é o primeiro dia de aula tenho que ser a mais linda do colégio, e tenho que manter minha imagem é popularidade de sempre. Mais não entendo depois de dois meses eu ainda não esqueci aquele caipira, é a Celina fala o tempo todo nele, como vou esquece-lo mais pelo menos a minha amiga está feliz.

Tirinhas #Capítulo177

“Todos nós temos direito a um mínimo de sorte na vida. A diferença entre o medíocre e o audaz é a capacidade de estar atento ao momento que aparece esse minuto de sorte, para poder agarrá-lo” Josy Luján




























Capítulo 41- História ''Vondy Meio-Irmãos''



No hospital...

Maite estava consolando Christopher, ela tentava se manter forte, porém ao mesmo tempo chorava junto dele. Depois de algum tempo um médico chegou, para dizer como Dulce passava.

— Parentes da senhorita Saviñón?

— Eu! — Christopher levantou o braço e foi na direção do mesmo, sendo acompanhado por Maite.

— Então, a senhorita perdeu muito sangue e infelizmente acabou perdendo o bebê! Ela não está em uma situação muito crítica, vomitou bastante e o desmaio fez sua pressão abaixar. Agora ela está dormindo, mas um dos dois, pode ficar como acompanhante.

— Fica você Chris, porém diz que eu mandei um beijo e que eu lamento. Quando puder venho e trago Annie comigo.

— Tudo bem, obrigado Maite. — Eles se abraçaram.

— Não há de que. Estou sempre aí, para o que precisar é só chamar.

Ele sorriu e ela retribuiu o sorriso. Christopher entrou na sala e viu Dulce dormindo como um anjo. Depositou um leve beijo em sua boca e continuou a observando. Logo um filme passou por toda a sua cabeça, a primeira vez que a viu até a primeira vez dos dois e as lágrimas já queimavam toda sua face.

Ele estava muito triste, porém muito feliz! Dul estava ali, mesmo a filhinha deles não estando, pelo menos sobrou uma!

Com certeza Blanca não iria aceitar Dulce naquela casa e certamente Victor iria pela cabeça dela, tirando o apartamento de Christopher para ele ficar abandonado por aí junto com Dulce! Sim, Blanca é desse jeito. Não pode ser nem chamada de mãe e monstro é apelido.

 “Dulce, o mundo inteiro pode estar contra nós, porém eu sei que estará ao meu lado e eu sempre estarei ao seu.” - Pensou Christopher, acariciando de leve o rosto da mesma.

Ele se sentou na poltrona que tinha ali e riu lembrando ás muitas vezes que Dulce sentou ali, quando acontecia algo com ele. Estava tão pensativo que nem tinha percebido que a mesma havia acordado.

— Christopher?

— Oi.

— Você me odeia, né?

— Se eu te odeio?! Nunca mais diga isso! Eu te amo mais do que minha própria vida!

— Mas seu sonho sempre foi ter um filho e eu não consegui, nem carregar uma criança em meu ventre, por nove meses!

— Shii! Isso não é importante, o importante é que você está bem!

Dulce entrelaçou seus dedos nos de Christopher e eles ficaram conversando.

— A minha mãe não irá mais me aceitar em casa!

— Ainda tem meu apartamento.

— Seu pai vai lhe tirar de lá, você sabe que ele vai sempre pela cabeça dela.

— A esperança é a última que morre, né?

— Ah, não sei não!

— Você está chateada com as palavras dela, né?

— Óbvio! Ela me ofendeu demais!

— Mas não fica se preocupando com ela,ok?

— Ok.

— Estou com medo de olhar na cara dela novamente.

— Dul ela não vai te fazer nada, eu já disse que estou aqui.

— Mesmo assim! Eu fico nervosa, néh?

— É... Aí eu ainda não estou acreditando, nós nem pudemos ver o rostinho. — Dulce chorou.

— Não vamos ficar pensando nisso. 

— Ok, ok..

1 semana depois ...

Ao contrário do que pensavam Victor não apoiou Blanca. Dulce começou a morar com Christopher, no apartamento dele. Era muito estranho para ambos agora "viverem juntos", mas era bom. Dulce havia acabado de sair do colégio e foi direto para a casa.

— Oi, Christopher! — Ela disse chegando dando um selinho no mesmo.

— Oi, como foi na prova?

— Fui bem, eu estudei demais!

— Está certa! Daqui a uns dias já vou começar a trabalhar na empresa do papai. 

— Ótimo! — Dulce suspirou. — Tem notícias da mamãe?

— Não. Ela não quer nem olhar na nossa cara, queria me colocar na cadeia.

— Nossa! Eu lembro!

— Eu odeio lembrar daquele dia!

— Você não é o único. — Dulce trocou de roupa. — Mas mesmo assim, eu perdoo ela por tudo.

— Você perdoa pois tem um coração de ouro, ela não merece seu perdão.

— Mesmo assim, ela é minha mãe, fazer, o que? — Dulce foi em direção a cozinha e colocou sua comida.

— Ah, quer saber? Tem que perdoar mesmo, vai que ela disse na hora da raiva?

Dulce foi com seu prato nas mãos, se sentando no sofá ao lado de Christopher.

— Ela é muito orgulhosa! Se eu não falar com ela, ela não fala comigo e nem me pede perdão.

— Vocês que se entendam!

— Vamos nos entender!

— Vamos assistir um filme?

— Aí, sempre fazemos isso Christopher! — Ela pausou. — E eu esqueci de dizer, sabe com quem eu esbarrei no elevador?

— Quem?

— Belinda. Ela me metralhou com os olhos.

— Ué, mas por que?

— Porque ela ainda te ama.

— Ela nem sabe que estamos juntos, quase ninguém sabe!

— Mesmo assim, ela não vai com a minha cara. Acho que ela está morando nesse prédio agora.

— Hum..

— Não se faça de bobo Christopher, pois isso você não é! Não quero olhando nem pro dedo mindinho dela, a ignore!

— Ok ciumenta!

— Não é ciúmes?

— Não?

— Não!

— É o que então?

— Egoismo! O que é meu, não é de mais ninguém, não divido nem empresto.

— Eu sou assim também!

— Hahaha, par perfeito!

Capítulo 40-História '' Vondy Meio-Irmãos''


Dulce resolveu tomar um banho e assim fez. Ao sair do banheiro, deu de cara com Anahi e Maite em seu quarto.

— Suas loucas, o que estão fazendo, aqui?

— Viemos te visitar, amor! — Anahí me abraçou e susurrou em meu ouvido: "Como esta meu afilhadinho?"

— Está ótimo e é sempre ótimo ter vocês aqui! — A ruiva sorriu, foi até o ármario, pegou uma roupa para vestir e entrou no banheiro. Se arrumou e depois de uns cinco minutos saiu de lá. — Estou pronta, vamos dar uma voltinha, meninas?

— Claro! — Maite se levantou, puxando sua calça, Dulce riu do que a amiga fez e elas saíram da casa.

— May, precisamos conversar, sabia?

— Sobre o que, quer conversar? — Maite puxou um cigarro do bolso e quando iria o acender com o esqueiro, Dulce o jogou no chão. — Dulce, sua louca!

— Louca você, o que é isso Maite?!

— Eu só o faço ás vezes, ok? Não precisa de tanto drama.

— Isso Dul, dá uma bronca nela, porque ela não me ouve! — Anahí disse nervosa! — Depois que terminou com Christian está assim, toda maluca, roqueirinha, aquela menina doce, sumiu.

— Ela morreu isso sim e não toque no nome desse cretino!

— A um tempão que não o vejo.

— É, parece que ele sofreu com essa separação. Parece não, ele sofreu. Foi para a casa do avô paterno, na Espanha.

— Nossa! Mas ele vai voltar?

— Pelo que o Poncho disse, vai sim.

— Eu não quero o ver nem pintado de ouro! Ele me tornou isso que sou hoje!

— May, não vale a pena ficar se remoendo! Você pode pintar as unhas de preto, virar uma roqueira de carteirinha, mas eu não irei suportar minha amiga fumando, ou até se prejudicando por causa de um relacionamento mau sucedido.

— Aí ok,ok,ok!

Elas foram andando até uma praça e sentaram no banquinho que tinha por lá. Dulce via crianças correndo e brincando. Começou a imaginar seu futuro filho assim e as lágrimas vieram novamente a assombrar.

— O que houve Dul? — Perguntou Anahi.

— Aí meninas, eu imagino meu filho assim sabe. — As duas assentiram. — Hoje entramos em um assunto sobre bebês que vem antes da hora. Eu, Christopher, mamãe e Victor. Percebi que minha mãe não vai me apoiar, ela não vai querer que eu crie essa criança, ela falou várias no jantar e disse que se eu engravidasse, como aconteceu, ela mandaria eu abortar. — Dulce já chorava intensamente.

— Dulce meu anjo, com todo respeito, essa sua mãezinha é uma bruxa! E não importa o que ela diga, sempre vamos estar aqui, você não precisa dela! — Maite disse, a abraçando de lado.

— Nisso eu tenho que concordar com a morena, vamos sempre estar aqui!

Dulce sorriu.

— O que seria de mim sem vocês?

— Não seria nada! — Anahi disse fazendo as outras duas rirem.

Quando eram nove e meia Dulce resolveu ir para sua casa. Se despediu de suas amigas e seguiu para a sua casa. Ao chegar, viu que todos estavam dormindo. Foi para seu quarto e viu que Christopher estava lá.

— Ainda acordado? — Ela disse, tirando seus chinelos.

— Lhe esperando.

— Hum.

Dulce trocou sua roupa, colocando uma camisola. Se sentou na frente de Christopher e resolveu conversar com ele.

— Chris, eu estou muito nervosa.

— O que houve?

— Você presenciou a conversa no jantar, você sabe muito bem o que houve!

— Dulce, quando ela não estiver aqui, eu irei estar. Ok, que mãe é mãe, mas vamos enfrentar isso juntos. Nós vamos assumir, a criança não tem culpa.

— Mas o que faremos Christopher? Dois adolescentes, sem nem ter para onde ir!

— Não pense assim, pense positivo, eu já vou começar a trabalhar na empresa, vamos ter teto e sustento.

— Você não acha que irá ficar lá depois que eles descobrirem né?! — Ele assentiu. — Amor, como você é ingênuo. — Ela o abraçou bem forte. — Eu não quero me separar nunca de você! E quando minha barriga começar a crescer?!

— Eu vou estar aqui.

— Eu sei que vai, ao seu lado eu me sinto protegida, amada, você tem esse poder.

— Com certeza, existe um lugar, onde poderemos viver livre dessa sociedade de merda! Só eu, você e nossa filha.

— Existe amor, existe! Mas agora só me abraça!

Eles se abraçaram bem forte mais uma vez. Deram um selinho demorado e dormiram de conchinha.

Dois meses haviam passado...

A barriguinha de Dulce já ia aparecendo. Ela escondia com roupas largas e casacos. Já havia completado dezesseis anos. E sua filhinha estava com três meses. Seu irmão ou irmã também estava quase nascendo. Estava cada vez mais nervosa com o rumo que as coisas estavam tomando, já tinha data certa, para contar que estava grávida. Sempre passava na casa de Christopher.

O tão esperado dia chegou... Não passava de hoje, eles contariam que Dulce estava grávida. Estavam todos reunidos na sala.

Blanca já estava nervosa de curiosidade!

— O que é que vocês tem para nos contar? — Ela perguntou ansiosa.

— Mamãe, é que... — Dulce começou a esfregar os olhos. Christopher pegou em sua mão e apertou.

— Pai, Blanca, eu e a Dulce estamos tendo um caso e não para por aí, ela está esperando um filho meu.

Blanca olhou para a filha incrédula, com os olhos brilhando de ódio, ela chorava intensamente e Dulce não ficava para trás, chorava também.

— Você desgraçou minha vida, Dulce María! — A mulher soluçou. — Maldita hora que eu coloquei você no mundo! Eu te odeio! Odeio! — Dulce chorava intensamente e já sentia o sangue, descer pelas suas pernas. — E você não fica para trás garoto! Isso é abuso de menores! Você vai para a cadeia!

Christopher aceitava tudo de cabeça baixa, seu pai não falava nada, tentava apenas processar tudo o que acontecia. Dulce acabou desmaiando e Christopher a pegou nos braços.

— Tomara que perda essa criança! — Blanca espreguejou.

— Eu já perdi minha paciência! Cala essa boca e leve suas pragas junto! Ela não é uma desgraça! Me xinga, diz tudo de pior de mim! Mas não vai mexer com a Dulce e minha filha!

Ele bateu a porta com Dulce em seu colo. A colocou dentro do carro e eles seguiram para o hospital. Na rodovia estava um engarrafamento tremendo e cada vez mais Dul perdia sangue. Christopher já chorava nervoso. O celular de Dulce tocou e ele atendeu.

— Alô. — Ele disse com a voz embargada.

— Christopher? O que houve com a Dulce? O que está acontecendo? — Disparou Maite nervosa.

— Agora não dá para explicar, mas a Dulce está perdendo muito sangue. — Ele soluçou. — Ela pode perder nossa filha!

— Eu vou seguir para o hospital central, estão indo para lá né?

— Sim.

— Ok, encontro vocês lá!

Depois de uma hora, acabou o engarrafamento. As lágrimas de Christopher desciam de seus olhos, queimando sua face. Ele adentrou nervoso no hospital, correndo com Dulce nos braços.

— Atendimento, por favor! Ela está grávida!

Todos no hospital de mobilizaram, logo chegaram com uma maca e a colocaram lá.

— Realizaremos todos os procedimentos, o senhor fique calmo!

Enquando isso na casa dos pais de Dulce e Christopher:

— Blanca se acalma, isso não vai resolver nada! Eu irei apoiar meu filho, quem nunca errou? E eles não são irmãos! — Victor gritou se impondo.

— Você não está vendo? Esses dois estão nos separando! — Ela caiu no choro. — Dulce María Espinoza Saviñón não é mais minha filha! É uma qualquer, se deitou com o próprio meio-irmão! Eu odeio minha própria filha!

Capítulo 39-História '' Vondy Meio-Irmãos''


Christopher estava em dúvida, contar ou não contar que também havia a encontrado? O que Dulce faria? Sim ele tinha medo da reação da ruiva, ela nunca gostara de Belinda e sempre foi muito ciumenta. Resolveu não contar, em outra oportunidade talvez, contaria.

— O que houve Chris, você está distante?

— Eu distante? — Dulce assentiu. —  Não, nada. Impressão sua. — Ele riu sem graça.

O jantar já estava na mesa, Blanca deu um grito histérico anunciando isso!

— Dulce, Christopher! Desçam para jantar! — Ela berrou.

— Essa minha mãe não tem jeito! — Dulce riu, pegando na mão de Christopher e descendo as escadas. — Já estamos aqui dona Blanca! — A ruivinha sorriu.

Todos se sentaram na mesa. Blanca ao lado de Christopher e no outro lado, Victor de frente para sua mulher e Dulce. Eles conversavam naturalmete e entravam em um assunto e terminavam em outro, isso já era uma característica da "família". Eles começaram a falar de crianças e terminaram em gravidez.

— Mamãe, uma criança é sempre uma benção!

— Mesmo assim Dul, acho que pra tudo tem hora, por exemplo, você fica grávida, eu mandaria abortar!

— Nossa mamãe a senhora não tem coração!

— Coração eu tenho, mas está muito cedo e quem iria cuidar? O pai iria assumir? E seus estudos? Iria ficar tudo para trás? Você fará dezesseis anos daqui a alguns dias..

— Mamãe, não discordo com a senhora em alguns pontos, porém a criança não tem culpa. Eu iria cuidar e quando fosse estudar pagaria alguém para me ajudar a olhar. Óbvio que o pai irá assumir e não ficará tudo para trás!

— Dulce, mesmo assim! Graças a Deus você não está grávida, nem nada! — Dulce sentiu um aperto no coração, com a sua mãe não iria poder contar!

— Com licença. — A mesma se levantou da mesa e foi direto para seu quarto.

Ao chegar Dulce se jogou na cama e caiu no choro. Foi tipo automático. Parecia que estava sozinha, sem ninguém, quem iria a apoiar nessa luta? Agora que iria ser a época mais difícil! Queria cavar um buraco e entrar lá dentro! Queria morrer! A sua vida parecia sem sentido, depois daquelas palavras lamentantes.

Se trancou no banheiro e chorou. As lágrimas desciam de seus olhos, queimando toda sua face. Ouviu quatro batidas na porta. Resolveu abrir.

— O que é? — Limpou as lágrimas.

Christopher não disse nada apenas a abraçou e murmurou: "Vai ficar tudo bem". Dulce se aconchegou naquele abraço e eles ficaram só assim. Eles iniciaram um beijo, Dulce fechou a porta com o pé e mesmo sem olhar trancou o banheiro. O beijo foi começando a ficar mais quente, a ruiva entrelaçou as pernas na cintura dele. Aos poucos foram se despindo.

Ambos estavam só de roupas intímas. Dulce beijava o pescoço de Christopher. Ele puxou a calcinha da mesma e penetrou. Ela rebolava sobre o pênis dele e ansiava por mais. Tudo estava bom demais para ser verdade. Eles pararam com gritos e batidas na porta.

Se separaram bruscamente. Dulce buscou pelas suas roupas e pediu silêncio a Christopher. Se recompôs e atendeu a porta.

— Oi manhêzinha.

— O que está fazendo aí?

— Nossa mãe, que pergunta né? Estou no banheiro!

— E christopher?

— Eu que vou saber? Meu Deus!

— Ah, eu pensei que ele tinha subido..

— Pensou errado...Eu comi algo que me fez mal e estou com dor de barriga. Pode descer agora?

— Posso sim. — Ela deu uma última olhada na filha e desceu desconfiada. Assim que a mãe desceu, Dulce suspirou aliviada.

— Pronto, agora se veste e sai daqui!

— Vamos continuar, amorzinho.

— Não! Acabou o clima e eu estou com dores.

— Dores?

— Você não entende! Agora vai! — Ela abriu a porta e ele deu um selinho na mesma, indo embora depois.