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domingo, 20 de abril de 2014

Capítulo 277-História ''Fuego''



Christopher acordou sentindo beijos por sua face. Sorriu sem ao menos abrir os olhos.
Abrindo-os, viu Dulce debruçada sobre seu corpo, beijando seu rosto. Ao vê-lo, um sorriso brotou em seus lábios, mas eles logo foram capturas pelos do marido, que a beijara apaixonadamente.
[Dulce] Bom dia lindo. (disse com um belo sorriso).
[Christopher] Bom dia. (retribuindo o sorriso). Esta melhor? Não ta mais enjoada?
[Dulce] (negou com a cabeça). Estou muito bem. (beijou-o de novo, brincando com os lábios dele com os seus).
A mão dela acariciou-o o tórax e foi descendo, passando pela barriga e quando ia entrar na cueca de Christopher, ele segurou-a.
[Christopher] Já ta assim pela manhã?
[Dulce] Acordei excitada. (disse mordendo-lhe o lóbulo da orelha).
[Christopher] Safadinha. (disse sorrindo).
Dulce riu marota e sentou sobre ele, beijando-o o pescoço.
[Dulce] Vamos ao banheiro? (perguntou sem desgrudar os lábios do pescoço dele).
[Christopher] Ao banheiro? Por quê? (perguntou beijando-a o ombro).
[Dulce] Eu quero fazer amor lá. (raspou os dentes na pele dele).
[Christopher] Vamos.
Dulce saiu de cima dele e da cama, e Christopher se levantou. Abraçando-o pela cintura, ela colou seus corpos e seus lábios. Christopher a levou para o banheiro, sem deixar de se beijarem.
Enquanto sentia os lábios de Christopher em seu pescoço e ombros, Dulce gemia lhe arranhando os braços. Já sentia o desejo dele roçar em sua barriga, o que lhe deixava ainda mais excitada. Descendo as mãos pelas costas do marido, Dulce as colocou nas nádegas dele, apertando-as. Deu uma mordida no ombro dele e gemeu, trazendo o quadril dele contra o seu. Segurando-a pelos cabelos, Christopher a beijou, sugando-lhe os lábios com paixão.
Dulce colocou os dedos por dentro do elástico da cueca dele e começou a baixá-la, sem deixar de beijá-lo. Um gemido escapou dos lábios dela ao sentir a ereção dele roçar em sua pele. As mãos de Christopher desceram pelo corpo da esposa e lhe tirou a camisola, deixando-a apenas de calcinha. Dulce separou seus corpos e olhando-o nos olhos e com um sorrisinho nos lábios, encostou-se na pia e o puxou, vendo-o olhar fixamente seus seios empinados.
[Dulce] Sinta-se a vontade! (brincou).
Com um sorrisinho, ele a olhou nos olhos e passou os lábios pelo pescoço dela, descendo pelo colo até o vale entre os seios, antes de abocanhá-los. Dulce gemeu ao sentir o hálito quente e molhado do marido em seus seios, sentindo a língua dele jogar com seu túmido mamilo. Enquanto sugava este seio, com os dedos brincava com o outro. Depois de um tempo, trocou de seio.
Dulce gemeu quando Christopher abandonou seu seio e sentiu um vento bater nele, causando-lhe um arrepio. Ela o olhou e o viu passando os lábios e a língua por sua barriga, mordiscando-lhe o umbigo. Ele estava ajoelhado a sua frente e Dulce lhe acariciava os cabelos, enquanto separava as pernas e sentia-o passar as mãos pela lateral de suas pernas.
Com os dedos, Christopher tirou a pequena calcinha de Dulce, olhando para cada parte do corpo pelo qual a peça passava. Ela suspirou ao sentir as mãos dele lhe massagearem as pernas, até a virilha. Ele pegou a perna esquerda dela e colocou por cima de seu ombro, fazendo-a se ajeitar melhor. Sem pensar duas vezes, colocou os lábios na intimidade úmida da esposa, fazendo-a cerrar os olhos e gemer, agarrando-lhe os cabelos. Com a língua percorreu toda a intimidade dela, ouvindo-a gemer e ofegar. Uma de suas mãos apertava-lhe a nádega enquanto a outra lhe acariciava o seio. Pressionava, também com a língua, aquele pequeno ponto, fazendo-a explodir em gozo.
As mãos que lhe apertaram ainda mais os cabelos ao atingir o orgasmo passaram a acariciar os cabelos de Christopher, enquanto lhe terminava de beijá-la intimamente. Colocando a perna de Dulce no chão, Christopher se ergueu lambendo e beijando o corpo da esposa, sentindo-se cada vez mais excitado e duro. Ao ficar em pé, a olhou e a encontrou de olhos fechados, ofegando. Estava lânguida e entregue as sensações daquele orgasmo.
Quando Dulce se encontrava recuperada, Christopher continuou a acariciá-la ternamente e a beijou, apaixonadamente. Dulce ronronou excitada e separou seus lábios, olhando-o nos olhos com um olhar selvagem. Christopher não entendeu o que tentou dizer, mas quando ela se virou de costas para ele e colocou as mãos na pia, separando um pouco as pernas e inclinando-se um pouco para frente, arrebitando um pouco a bunda, ele entendeu perfeitamente. Surpreso, colou seu corpo no dela e, inclinando-se para frente, sussurrou.
[Christopher] É assim que você quer?
[Dulce] Sim. Foi assim que eu sonhei a noite inteira. (ele sorriu).
Christopher beijou-a o pescoço como se beijasse a boca e pressionou seu quadril contra o dela, sem penetrá-la, fazendo-a gemer.
[Dulce] Vem Chris. (pediu roucamente).
Segurando-a pelo quadril, Christopher deslizou para dentro da esposa, ouvindo-a gemer. Ela jogou seus longos e negros cabelos para o lado e disse.
[Dulce] Vem forte.
Christopher a fitou novamente surpreso pelo jeito selvagem que ela estava agindo, mas sentiu-se mais excitado com isso. Se era forte que ela queria, seria forte que teria.
Numa estocada forte e rápida, Christopher a preencheu e Dulce gritou. Ao abrir os olhos ela encontrou os dele pelo espelho e sorriu, denunciando que adorara aquilo. Christopher sorriu e pôs-se a se movimentar, lentamente e intensamente. Seus olhos estavam presos nos dela (pelo espelho). Dulce o olhava selvagem, enquanto gemia e ofegava. Ele baixou o olhar e beijou-a as costas, fazendo-a sorrir.

Capítulo 276-História ''Fuego''



Dulce colocou o telefone no ganho e se levantou da cama para terminar de se arrumar. Christopher saíra do banho um pouco antes de falar com a filha pelo telefone e percebeu os olhos marejados da esposa. Aproximou-se dela e a beijou, fazendo-a deixar a tristeza de lado.
Christopher terminara de se arrumar e Dulce se aproximou dele, pedindo para ele fechar o zíper do vestido. Ele o fez e beijou-a a nuca, fazendo-a rir. Ela colocou o colar e os brincos, passou perfume, assim como ele, e saíram do quarto, deixando apenas as luzes dos abjures ligadas.

No restaurante, Christopher e Dulce sentaram-se numa mesa do lado de fora do restaurante, em frente ao mar. Sentados frente-a-frente, Christopher segurava a mão da esposa por cima da mesa, acariciando-a, enquanto esperavam o garçom trazer suas bebidas: Dois sucos naturais de laranja.
[Dulce] Amor você podia ter pedido vinho pra você.
[Christopher] Não. Vou lhe fazer companhia.
Dulce sorriu e lhe mandou um beijo, recebendo um em troca.
O jantar decorria tranquilamente. Conversavam, riam e trocavam carinhos, de vez em quando. A comida era excelente e o atendimento também.
[Dulce] Chris quando voltarmos, eu estava pensando em começar a organizar um desfile que tal?
[Christopher] Acho excelente. Se quiser amanhã eu ligo pro Jack e peço pra ele ir adiantando alguma coisa.
[Dulce] Não não precisa. Ainda tenho que conversar com a May e tudo mais.
Permaneceram um tempinho em silencio, apenas comendo.
[Christopher] O que você acha de começarmos a olhar algumas casas semana que vem pequena?
[Dulce] (animada). Acho uma excelente idéia. To ansiosa com isso.
[Christopher] (sorriu). Que bom meu anjo. Hum eu já passei umas informações pro Jack e ele vai começar a procurar algumas com as características que queremos.
Dulce mordeu o lábio inferior, ansiosa. Desejava e muito viver numa bela casa com a família.
Às 23h15min eles retornaram ao quarto e Dulce foi logo tirando o sapato. Sentada na cama, viu Christopher parar em sua frente e acariciar-lhe os cabelos, massageando-lhe a cabeça. De olhos fechados ela suspirou e apoiou as mãos no quadril dele, acariciando-o.
[Christopher] Ta se sentindo melhor?
Perguntou devido aos enjôos que Dulce sentira, fazendo com que fossem embora.
[Dulce] Não muito. (gemeu).
[Christopher] Tadinha. (murmurou se inclinando e beijando-lhe a cabeça).
Dulce deu um beijo na barriga dele, por cima da camisa e pôs-se em pé para tirar a roupa.
[Christopher] Se vira.
Ela o fez e Christopher abriu o vestido da esposa, vendo-o cair no chão. Abraçando-a por trás, beijou-lhe a curva do pescoço, enquanto lhe acariciava o ventre.
[Christopher] Que horas você quer que eu te chame amanhã?
[Dulce] Hum... Não me chame. (Christopher riu).
[Christopher] Ta bom.
Depois de trocarem um beijo, Dulce foi ao banheiro tirar a maquiagem enquanto Christopher se despia. Entrando no banheiro, ele entrou a esposa escovando os dentes e fez o mesmo. Retornando ao quarto Christopher apagou as luzes, deitou só de cueca e Dulce vestiu uma camisola de seda cor de pérola, antes de se juntar a ele.
Trazendo-a para si, ele murmurou.
[Christopher] Você ta muito quietinha pequena.
[Dulce] É que to bastante enjoada. (se afastou dele). E o teu perfume ta me enjoando mais ainda.
Christopher pegou-lhe a mão, beijou-a e se acomodou distante dela, sem deixar de lhe acariciar a mão.
[Dulce] Te amo. (murmurou).
[Christopher] Também te amo. (acariciou-lhe o rosto).
Não demorara muito para Dulce adormecer. Christopher se ajeitou melhor e dormira.

Capítulo 275-História ''Fuego''


Descendo os lábios pelas costas de Dulce, Christopher beijou, mordeu e lambeu sua pele, ouvindo os gemidos que ela omitia. Seus lábios foram descendo e lhe beijou o bumbum, dando uma mordida logo em seguida, o que a fez rir. Ele lhe tirou a calcinha, passando lentamente pelas pernas, e voltou a dar outro beijo no bumbum dela, só que subindo dela vez. Na nuca, Christopher fez um coração usando a língua, fazendo-a sentir-se cada vez mais excitada.
Com cuidado, ele a virou fazendo-a deitar de barriga para cima. Dulce o olhou e baixou o olhar, fixando-o no grande volume na cueca do marido. Sorrindo, passou os dedos pelo tórax dele, sentindo-o massagear-lhe o seio e ir descendo a mão, passando pela barriga até chegar onde queria: a feminilidade dela.
Ao tocar-lhe o pequeno ponto de prazer, viu-a fechar os olhos e gemer, arqueando o corpo. Christopher aproveitou e abocanhou um dos seios, sem deixar de acariciá-la intimamente. Dulce agarrou-lhe os cabelos e pôs a gemer. Sentia seu corpo inteiro vibrar de prazer e gritou quando alcançou o êxtase. Christopher sugou o mamilo inchado e, aos poucos, encerrou a caricia, tirando a mão de lá e tocando-lhe o corpo lânguido.
Olhando-a a face, viu que ela ofegava, de olhos fechados. Aproveitando, despiu-se e ficou acariciando-a ternamente, até que ela estivesse recuperada.
Recuperada, Dulce abriu os olhos e sorriu para Christopher, que passara os dedos por sua face, numa caricia terna. Ela olhou para baixo e, vendo-o nu, levou a mão ao membro dele, acariciando-o e vendo-o fechar os olhos. Christopher tencionou todos os músculos enquanto a mão de Dulce lhe acariciava da ponta à base. Sentia-se cada vez mais perto do orgasmo, o que o fez pegar a mão dela e unir com a sua, enquanto colocava seu corpo sobre o dela. Dulce abriu as pernas e Christopher se acomodou entre elas, fazendo-os gemerem devido ao contato de suas intimidades. Olhando-a nos olhos, introduziu-se lentamente para dentro dela, vendo-a gemer manhosa e apertar-lhe a mão. Ela se contorceu debaixo dele e abriu-se ainda mais, sentindo-o se acomodar melhor. Sem deixar de olhá-la começou a se movimentar lentamente, sentindo as mãos dela irem para suas costas, apertando-a.
Com uma movimentação mais rápida, Christopher enterrara o rosto nos cabelos da esposa, ofegando e gemendo. Dulce colocara o rosto em seu ombro, também gemendo e ofegando enquanto lhe apertava a bunda, deixando marcas de seus dedos. Seus corpos estavam cobertos de suor, fazendo-os deslizarem com mais facilidade um pelo outro. Sentindo-se como se não fosse agüentar de tanto prazer, Dulce lhe mordeu o ombro, ouvindo-o grunhir.
Ambos atingiram o clímax ao mesmo tempo. De suas gargantas saíram um grito rouco de prazer, enquanto se fundiam com mais profundidade. Exaustos, não se mexeram mais e deixaram seus pesos caírem sobre a cama. Estavam esgotados. Nunca haviam se amado com tanto desejo e amor.
Percebendo que soltara o peso sobre Dulce, Christopher caiu para o lado dela e a puxou para si, abraçando-a carinhosamente. Ela se aninhou no abraço do marido e pôs a ouvir as batidas do coração dele, que soavam como música para seus ouvidos.
Ao ouvir um suspiro, Christopher a olhou e viu que ela sorria. Pensara que ela já havia adormecido, mas se enganara.
[Christopher] Pensei que já estivesse dormindo.
[Dulce] Não. (sussurrou). Estava ouvindo as batidas do seu coração.
Christopher sorriu, levantou-lhe o rosto e a beijou, apaixonado. Separando seus lábios, mas sem abrir os olhos, sentiu uma pequena mão tocar-lhe o rosto, acariciando-o. Ao abrir os olhos, viu que o rosto dela estava levemente corado devido ao ato que consumaram.
[Christopher] Você ta vermelhinha. (comentou tocando-lhe a bochecha). Ta linda.
Dulce sentiu seu rosto queimar e baixou o olhar, envergonhada. Christopher riu e a abraçou mais forte.
[Christopher] Você fica ainda mais fofa com os sintomas da gravidez sabia?
[Dulce] Pára Chris. (disse sorrindo e passando o dedo indicador no tórax dele).
[Christopher] Ta bom. (beijou-lhe a cabeça). Aonde você quer jantar hoje?
[Dulce] Vamos naquele restaurante de frutos do mar que é à beira da praia?
[Christopher] Vamos.
Eles ficaram um tempo em silencio, apenas se acariciando, quando Dulce se esticou e pegou o telefone no criado mudo.
[Christopher] Pra quem você vai ligar?
[Dulce] Pra casa. Quero saber como está tudo lá. (olhou para o marido). E também falar com a Lalau.
[Christopher] Dulce você fica muito preocupada. Acho que não deveríamos ter feito essa viagem. Você fica o tempo todo com a cabeça lá.
Dulce colocou o telefone no gancho e voltou a colar seus corpos.
[Dulce] É claro que não amor. Eu estou aqui de corpo, alma e coração, mas eu sinto saudades da pequena. E ela sente da gente.
[Christopher] (tocou-lhe a face). Eu sei. Mas que tal ligar lá pelas 20h, quando ela for dormir?
[Dulce] Tudo bem. Acho que é até melhor. (beijou-o). Que horas são? (perguntou dentre o beijo)
[Christopher] (olhou o relógio) 17h30min.
[Dulce] (sem desgrudar os lábios dos dele). Até às 20h temos tempo suficiente. (disse maliciosa, fazendo-o rir e continuou a beijá-lo, derrubando-o na cama e ficando por cima dele).

Capítulo 274-História ''Fuego''



Enquanto comiam uma porção de camarão a milanesa e uma porção de batatas fritas, conversavam animados. Christopher estava sentado na toalha com Dulce entre suas pernas. Já haviam dado alguns mergulhos e seus corpos ainda estavam úmidos. Rindo, ele beijou-lhe o ombro.
[Christopher] Você ta salgada.
Ela segurou-lhe o braço e o beijou.
[Dulce] Você também não está muito diferente. (brincou)
Sorrindo, ele lhe apertou contra o corpo.
[Christopher] Que tal voltarmos pro hotel? Já são 16h (disse ao consultar o relógio de pulso que estava na bolsa dela) e você tem que descansar.
[Dulce] Eu? Por quê?
[Christopher] Porque você ta com o nosso bebê aí dentro. (disse acariciando-a a lisinha barriga).
[Dulce] Chris não começa a me privar de tudo.
[Christopher] Não vou lhe privar de nada, pequena. Apenas controlarei o tempo, a quantidade... Mas álcool você está proibida de tomar.
[Dulce] Sim. (suspirou acariciando as pernas dele). Vou dar mais um mergulho e já volto. (disse se levantando).
[Christopher] Ta mas cuidado. (se levantou também e observou Dulce caminhar exuberante até o mar).
Ao olhar para o lado, viu um grupo de homens se viraram e observarem-na também, percebendo pelo jeito deles o que estariam comentando. Os olhos famintos dos quatro percorreram a parte traseira de Dulce e assobiarem. Um ódio percorreu-lhe as veias e sentindo-se a ponto de explodir de raiva, foi em direção ao mar para fazer companhia à esposa, enquanto caminhava a passos pesados.
Ao emergir, Dulce se assustou ao sentir um corpo colar ao seu e rapidamente abriu os olhos, apavorada. Um suspiro de alivio saiu de seus lábios ao ver que era Christopher.
[Dulce] Christopher que susto! Nunca mais faça isso!
[Christopher] Me desculpe. (beijou-a com ardor). Você é minha só minha. (murmurou nos lábios dela).
Dulce não entendera o motivo daquilo e quando ia questionar, sentiu os lábios dele pressionaram novamente os seus, e se aferrou ao marido, transformando o beijo ávido em um beijo calmo e carinhoso.
Saindo do mar, Christopher a abraçou por trás, enquanto lhe depositava beijos na nuca e nos ombros. Ele ergueu os olhos e viu os mesmos homens olhando-os. O olhar que ele lhes dirigiu foi mortífero, fazendo-os se viraram e ignorar-los. Com um sorriso triunfante, voltou a beijá-la.
Chegando ao quarto, Dulce colocou as coisas num cantinho da sacada e se aproximou do marido, abraçando-o.
[Dulce] Vamos tomar banho amor?
[Christopher] Vamos!
Abraçados, se dirigiram ao banheiro e, dentro do box, tiraram seus trajes molhados. Se banharam em meio a caricias e beijos apaixonados.
Depois do banho, Dulce vestiu a lingerie e enquanto passava hidratante pelo corpo, conversava com Christopher sobre o que iriam fazer.
[Christopher] Vamos jantar fora hoje. Que tal? (perguntou sentando na cama, ao lado da esposa, só de cueca).
[Dulce] Acho uma excelente idéia. (sorrindo, selou-lhe os lábios). Passa nas minhas costas?
[Christopher] Claro.
Dulce se ajeitou na cama, ficando de costas para o marido, que passara o creme nas mãos e espalhava pela pele macia da esposa.
Enquanto percorria com as mãos as costas dela, seus lábios beijavam-na o pescoço e os ombros, num beijo lento e sensual.
[Dulce] Chris... (gemeu sorrindo). Você anda muito safado!
[Christopher] Estamos em lua-de-mel pequena... Temos que aproveitar!
A respiração dele bateu-lhe na nuca, fazendo-a se arrepiar. As mãos dele lhe acariciaram o ventre e subiram, tocando-lhe os seios sobre o sutiã. Apertando-os com delicadeza, ouviu-a gemer manhosa. Dulce sentiu-se ainda mais úmida entre as pernas e mordeu o lábio inferior, devido as sensação da caricia nos seios. Passando a ponta dos dedos pelas costas da esposa, Christopher abriu o fecho do sutiã e a tirou, fazendo com que Dulce suspirasse. Voltando a beijá-la os ombros, levou as duas mãos aos fartos seios dela, ouvindo-a gemer. Com os dedos brincava com os mamilos túmidos, sentindo-a ofegar. Ouviu-a grunhir quando lhe beliscou os mamilos, o que o excitou ainda mais.
[Christopher] Deite de bruços.
Dulce fez o que ele lhe pedira e suspirou ao sentir as mãos dele lhe massagearem as costas. Christopher lhe tirou os cabelos da nuca e lhe depositou um beijo nesta região, fazendo-a sentir um arrepio percorrer-lhe o corpo inteiro.

Capítulo 273-História ''Fuego''


Os lábios de Christopher desciam pelo corpo de Dulce, enquanto as mãos dele lhe acariciavam centímetro por centímetro. Dulce ora segurava os cabelos dele e ora arranhava-lhe a pele, gemendo. Nos seios da esposa, Christopher lhe sugou e mordiscou o mamilo ereto, sentindo-a estremecer. Também sentiu o mamilo fiar ainda mais inchado em sua boca, o que o fez enlouquecer.
Os lábios dele logo chegaram a barriga lisinha de Dulce, beijando-a, lambendo-a e mordendo-a por inteiro. Parou por um segundo e a tocou, com um sorriso enorme no rosto em pensar no filho deles que ela carregava.
Dulce abriu os olhos e se deparou com aquela cena terna, e sentiu seus olhos marejados. O amava tanto e estava mais que feliz por terem outra prova deste amor.
Christopher ergueu os olhos e sorrindo maroto, olhou novamente para a barriga.
[Christopher] Shhhh... Hora de dormir! (disse “ao filho”).
Dulce sorriu e Christopher continuou com as caricias. 
Com lentidão, Christopher deslizou a pequena calcinha de Dulce pelas pernas dela e a jogou no chão, antes de acariciar-lhe os pés. As mãos de Christopher massageavam com delicadeza os delicados pés da esposa, que suspira de prazer. Puxando os pés, Dulce sentou na cama e se aproximou dele, colando seus corpos e quase sentando no colo dele. Christopher sorriu ao sentir as mãos dela lhe massagearem o tórax e irem descendo, até a toalha, onde a tirou, deixando-o nu.
Dulce sorriu marota ao ver a ereção de Christopher e colou os lábios no ombro dele, beijando-o. As mãos dela percorrem-lhe o tórax novamente, a barriga e, por fim, encontraram a masculinidade dele, que gemeu ao sentir aquele toque.
Enquanto o acariciava, Dulce tornou a beijá-lo nos lábios, mas Christopher não conseguira corresponder ao beijo, o que o fez colocar o rosto na curva do pescoço da esposa, ofegando. À pedido dele, Dulce parou com a caricia e o empurrou para trás, fazendo-o deitar de costas na cama. Com sensualidade, ela sentou em cima dele e passou as mãos pelo corpo dele, vendo-o de olhos fechados. 
[Christopher] Dulce...
Sem pensar duas vezes, ela se ajeitou e, segurando o pênis dele, o fez penetra-la. Um gemido de alivio escapou da garganta de ambos e Dulce mordeu o lábio inferior, antes de começar a se movimentar com lentidão. As mãos dele tocaram-lhe a barriga, os seios, a cintura e se fixaram nos quadris da esposa, acariciando-a. As de Dulce estavam na barriga dele, para apoiar-se. Seus corpos se deslizavam com uma terna lentidão, assim como os gemidos que escapavam por suas gargantas.
Num impulso, Christopher ficou com o corpo por cima do de Dulce e sorriu ao vê-la rir. A risada dela soou rouca, o que o fez excitar-se mais ainda. Tomando-lhe os lábios, ele reiniciou a movimentação calma e intensa. Os braços de Dulce o traziam cada vez mais, assim como as pernas dela que lhe rodeavam o quadril. 
Atravessados na cama, Christopher aumentou o ritmo da movimentação, mas sem deixar de acariciá-la. Os beijos se tornavam cada vez mais difíceis devido aos gemidos de prazer que saiam com enorme freqüência de suas gargantas. Dulce tentava se segurar apertando-o o mais forte possível, mas não conseguiu por muito tempo. O clímax a atingiu em cheio, fazendo-a gritar de prazer e derreter-se no corpo do marido, sendo tomada por um turbilhão de sensações.
Christopher estava olhando-a quando ela atingiu o clímax e um brilho intenso de prazer surgiu nos olhos dele ao vê-la extasiada. Com mais duas estocadas, ele atingira o seu, preenchendo-a profundamente.
Christopher se movimentou mais três vezes até cair exausto nos braços da esposa, que lhe abraçara. Ofegantes, sentiam seus corações baterem acelerados um contra o outro. Dulce colocou uma das mãos nas costas dela e a outra em seus cabelos, acariciando-o. Ele beijou-lhe o seio e se aconchegou ao abraço da esposa, suspirando. Era o homem mais feliz da face da Terra! 
Quando Christopher ergueu o rosto e a olhou, recebeu um sorriso em troca. Dulce levou a mão à sua face e secou-lhe a testa, tirando os cabelos grudados na mesma. Ele aproximou seus rostos e selou-lhe os lábios.
[Christopher] Está se sentindo bem? (perguntou com a voz preguiçosa).
[Dulce] Muito bem!
Sorrindo, ele deitou ao seu lado e a puxou para si, abraçando-a.
[Christopher] Não ta com fome pequena?
[Dulce] Um pouquinho. Mas que tal irmos pra praia e comermos lá?
[Christopher] Hmm... se é o que você quer... (disse aspirando o maravilhoso perfume da pele dela).
Após ficaram mais uns minutos na cama beijando-se e acariciando-se, Dulce e Christopher se levantaram, se prepararam para irem à praia e saíram.

Na praia, Christopher tirara o calção e a camisa, ficando apenas de sunga preta. Ele sentou-se numa cadeira e observou Dulce estender uma toalha na areia e deitar logo em seguida, para banhar-se com o sol. Ele sorriu admirando o belo corpo dourado da esposa que brilhava devido à combinação de óleo e sol. Christopher fechou os olhos e fez o mesmo que ela.
[Dulce] Amor passa mais óleo nas minhas costas? (pediu enquanto deitava de bruços).
[Christopher] Passo.
Ele pegou o tubo, ajoelhou-se na areia e espalhou um pouco de óleo nas mãos, antes de esfregá-las uma na outra e passar na pele macia de Dulce. Suas mãos iam dos ombros até a curva do bumbum dela, massageando-a. Com um sorriso maroto, passou as mãos na bunda dela, fazendo-a rir.
[Dulce] Safado!
Ele riu, beijou-lhe as costas, se levantou e voltou a sentar-se em sua cadeira enquanto varias mulheres olhavam Christopher com interesse.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Capítulo 272-História ''Fuego''


Dulce acordou sentindo os raios do sol invadirem o quarto e baterem em seu rosto. Coçou os olhos e, se espreguiçando, viu Christopher sentado na cama, de costas para ela, só com uma toalha em torno do quadril. Percebendo que ele não vira que acordara, Dulce se aproximou lentamente e o abraçou por trás, beijando-o o ombro.
[Christopher] Que susto pequena!
[Dulce] (riu). Bom dia.
[Christopher] Boa tarde a senhora quis dizer.
[Dulce] Que horas são?
[Christopher] Meio dia passado.
[Dulce] Jura? Céus eu não acredito que dormi tanto assim.
[Christopher] Você tava cansada. (se ajeitou na cama, ficando de frente para ela). Só que eu não imaginava que você dormiria tanto depois de dormir a tarde inteira.
[Dulce] Nem eu.
Christopher segurou-lhe o rosto pelo queixo e a beijou.
[Dulce] O que você estava fazendo? (perguntou passando o dedo pelo tórax dele).
[Christopher] Lendo o cardápio para pedirmos algo para almoçar.
Apenas em ouvir a palavra “almoço” e imaginar uma bela mesa, Dulce sentiu seu estomago dar voltas e voltas, e foi correndo para o banheiro, preocupando Christopher, que saíra atrás.
[Christopher] Dulce você está bem? (Dulce não respondeu, continuou fazendo o que fazia).
Depois de um tempo e sentindo-se melhor, Dulce escovou os dentes e, sendo levada pelo marido, voltou para cama.
[Christopher] Dul esses seus enjôos já estão me preocupando. O que ta acontecendo pequena? O que você tem? (perguntou preocupado, acariciando-a o rosto).
Dulce percebera o semblante preocupado e triste do marido e decidira contar-lhe a verdade.
[Dulce] (respirou fundo). Está bem. (olhando para as próprias mãos, começou a falar). Eu estava esperando o melhor momento para lhe dizer, mas como vejo que você está preocupado, acho melhor contar agora.
[Christopher] Dulce fale de uma vez. Estou ficando mais preocupado ainda.
Meu Deus, o que será?
Levando uma das mãos dele a sua barriga, Dulce o olhou nos olhos, sentindo os olhos marejados. Entendendo o recado, a expressão preocupada de Christopher foi substituída por uma de surpresa.
[Christopher] Dul... Você ta... ta querendo dizer que... que... que está... grávida? (gaguejou).
Dulce, mordendo o lábio inferior e sorrindo, assentiu. Vendo o sorriso se formar nos lábios do marido, ela abrira um sorriso ainda maior.
Sentindo uma emoção enorme no peito e os olhos marejados, Christopher a puxou para si e a abraçou forte, enquanto deixava as lágrimas rolarem.
[Christopher] Oh, eu te amo, pequena... Te amo muito, minha vida!
[Dulce] Eu também te amo, amor... Muito, muito, muito!
Ficaram um tempo assim, abraçados, sorrindo e chorando de felicidade.
Descolando seus corpos, Christopher colocou as mãos na cintura de Dulce e perguntou.
[Christopher] De quanto tempo? (perguntou sem esconder a felicidade).
[Dulce] Um mês e meio.
[Christopher] (surpreso). O quê? Um mês e meio? Por que você não me disse antes?
[Dulce] Eu fiquei sabendo na sexta e quis lhe contar aqui na viagem. Quis fazer uma surpresa.
[Christopher] Sim, sim, mas... Nossa, um mês e meio. Significa que foi antes de nos afastarmos.
[Dulce] Foi.
[Christopher] Mas você não desconfiou? Os enjôos tudo!
[Dulce] Eu comecei a ter enjôos semana passada. Eu perguntei ao Dr. Puentes se tinha alguma coisa errada e ele disse que não, que tem mulheres que descobrem a gravidez apenas no terceiro mês.
Christopher ouvia tudo atentamente, mas não tirava os olhos da barriga de Dulce, que estava tapada pela camisola de seda.
[Christopher] Levante os braços! (pediu).
Sem entender o porquê, Dulce levantou os braços e viu Christopher tirar-lhe a camisola. Ela sentiu um arrepio ao sentir o vento bater em seus seios.
[Christopher] Deite. Eu quero olhar o seu corpo, ver as mudanças que ele está passando.
Dulce deitou com a cabeça no travesseiro e Christopher deitou de lado ao seu lado. Ela sentiu uma certa vergonha ao ver os olhos de Christopher passarem por cada detalhe de seu corpo e sentiu um arrepio percorrer seu corpo ao perceber que ele olhava fixamente para seus seios.
Com admiração, ele os tocou, fazendo-a prender a respiração.
[Christopher] Estão maiores. Céus, eu os beijei e os acariciei tantas vezes e não percebi. Como?
[Dulce] Eu também não tinha percebido. Só quando você falou, semana passada.
[Christopher] Mas eu não havia percebido que estavam bem maiores. (disse enquanto os acariciava).
[Dulce] Não. (disse mordendo o lábio inferior, excitando-se).
Num gesto inconsciente, Dulce fechou os olhos e abriu um pouco as pernas, umedecendo os lábios com a língua. Percebendo esse gesto, Christopher cobriu-lhe a boca com a sua, murmurando.
[Christopher] Está se excitando? (perguntou, recebendo em resposta um gemido). Quer mais? (Dulce assentiu e segurou-lhe os cabelos, aprofundando o beijo). Te amo! (murmurou dentre o beijo).
Dulce não respondeu, apenas se aferrou mais a ele, devorando os lábios do marido. Uma das mãos dele acariciava-a o seio e as delas passeavam pelas costas dele.
[Christopher] Quero lhe acariciar por inteira. (disse passando os lábios para o pescoço dela).
Dulce mordeu o lábio inferior e, em mente, respondeu: SIM! SIM! SIM!

Capítulo 271-História ''Fuego''



Pouco tempo após acabarem de jantar, um homem apresentou o grupo argentino que dançaria tango e logo a festa começou.
Christopher percebera que Dulce sorria encantada enquanto se embalava disfarçadamente, como também percebera que o dançarino a olhava de vez em quando. Sentindo-se culpado por ela não dançar, ele se levantou e, sorrindo, pediu-lhe a mão.
[Dulce] Bebê se você não quer dançar tudo bem.
[Christopher] Eu quero sim mas quero mais ainda ver você dançando nos meus braços, e não disfarçadamente.
Sorrindo, Dulce aceitou o convite do marido e, com os corpos colados, começaram a dançar. Christopher estava se sentindo um tolo. Não sabia dançar tango e estava pagando um mico.
[Dulce] Não precisa ser tango bebê. Só de estar em seus braços eu fico feliz (disse envolvendo o pescoço dele com seus braços).
Sorrindo, a apertou em seus braços e continuaram a se embalar. Os lábios de Christopher beijavam-lhe o pescoço, enquanto ela, de olhos fechados e com a cabeça apoiada no ombro dele, deixava-se levar.
Dançaram por mais um tempo, até que, cansados, resolveram descansar. Um outro sócio de Christopher apareceu lá e ele foi até ele. Enquanto os dois homens conversavam, Dulce resolveu ir ao toalete. Lá ela fez suas necessidades, retocou a maquiagem e saiu.
Quando se dirigia de volta a mesa, o tal bailarino de tango apareceu em sua frente, com um largo e sedutor sorriso no rosto.
[xxx] Buenas noches, señorita!
[Dulce] (soltou um sorriso amarelo). Buenas noches!
[xxx] O que uma dama tão linda faz andando sozinha e não dançando?
[Dulce] Oh eu estava no banheiro e agora...
[xxx] Meu nome é Enrico prazer. (pegou-lhe a mão e beijou-a). E o seu?
[Dulce] Dulce Maria. (disse puxando, com delicadeza, a mão).
Enquanto o homem puxava assunto com Dulce, Christopher observava a cena, sentindo seu sangue esquentar. Com educação pediu licença e foi em direção a esposa, que lhe estava de costas. Alcançando-a, a abraçou por trás, beijando-a o pescoço e perguntou.
[Christopher] Interrompo?
Dulce se assustou, mas logo sorriu, ao contrário de Enrico.
[Dulce] É claro que não amor. Eu estava apenas conversando com Enrico, o dançarino de tango.
Christopher o olhou e, sério, disse.
[Christopher] Buenas noches!
[Enrico] Buenas noches señor. (disse percebendo o olhar dele). Bom se me permitem, tenho que voltar a dançar. Licença. (e se retirou).
[Christopher] Ele estava dando em cima de você não? (perguntou virando-a para ficarem frente-a-frente).
[Dulce] Sim mas não sabia que sou casada.
[Christopher] Sabia sim. Quando ele estava dançando, não tirava os olhos de você. Eu vi.
Dulce, percebendo que Christopher estava se irritando cada vez mais, colou seus corpos e sussurrou.
[Dulce] Não importa. EU só tenho olhos para você. (deu um selinho nele).
[Christopher] Eu sei. (deu um selinho nela).
[Dulce] Vamos voltar pra mesa?
[Christopher] Vamos. Estou morrendo de vontade de beber uma champagne.
Eles chegaram à mesa e sentaram um ao lado do outro, com Christopher passando o braço por cima dos ombros de Dulce.
[Christopher] Tem certeza que não quer pequena? (perguntou lhe oferecendo mais uma vez a bebida).
[Dulce] Tenho amor.
Querer eu quero, mas não posso exceder.
[Christopher] Você ta bem pequena? Por que não quer beber?
[Dulce] Er... er... O médico... Ele pediu para eu não beber por causa dos enjôos que estou sentindo.
[Christopher] Hum. É problema de estômago?
[Dulce] Aham. (mentiu bebendo um gole de água).
Às 04:45 Dulce não agüentava mais. Estava exausta e quase dormia sentada. Vendo o estado da esposa, ele lhe avisou que iriam para o quarto.
No elevador, Christopher tirara o terno e, encostado na parede com Dulce abraçando-o e com a cabeça encostada em seu peito, ele lhe cobriu os ombros com o casaco, para mantê-la aquecida. Ela estava de olhos fechados e parecia Ana Laura, pensou sorrindo. Com certeza a filha era idêntica à mãe...
Chegando em seu andar, ele a pegara no colo e a levara para o quarto, onde a depositou na cama, antes de tirar-lhe a sandália. Dulce abriu os olhos lentamente e estranhou o local.
[Dulce] Onde estamos Chris?
[Christopher] No quarto pequena. (respondeu abrindo a camisa).
Ela sentou na cama e se levantou, indo em direção ao banheiro. Lá, eles colocaram seus respectivos pijamas, lavaram o rosto, escovaram os dentes, fizeram suas necessidades e voltaram para o quarto, prontos para dormir.
Christopher apagou as luzes enquanto Dulce deitava, e deitou ao lado dela, abraçando-a por trás. Ficou acariciando-a até ouvir a respiração calma da esposa e percebera que ela dormira. Aconchegou-se mais ainda a ela e foi vencido pelo cansaço.

Capítulo 270-História ''Fuego''

Dulce acordou e coçou os olhos devido a visão embaçada. Levantou a cabeça e viu que estava por cima do marido e que ele continuava a abraçando-a. Sorriu e beijou, de leve, os lábios de Christopher e pôs-se a beijar a face dele, para desperta-lo.
[Christopher] Hummm. (gemeu enquanto acordava).
[Dulce] Olá. (disse sorrindo).
[Christopher] Olá. (com os dedos, tocou os lábios da esposa). Ta melhor?
[Dulce] To. (lambeu o dedo dele).
[Christopher] To percebendo. (brincou, fazendo-a rir). Que horas são? (disse enquanto olhava o relógio). Nossa já são 17h pequena. Dormimos demais.
[Dulce] Eu tava cansada da viagem. (deitou de novo sobre o peito dele). O que nós vamos fazer hoje?
[Christopher] Hum... (pegou o calendário do hotel que estava no bidê). Hoje terá um show ao vivo.
[Dulce] Show de quê?
[Christopher] Tango. Um grupo argentino.
[Dulce] Ai que lindo. Nós vamos né?
[Christopher] Vamos. (colocou o folheto de volta ao criado mudo e voltou a abraçá-la).
[Dulce] Até já sei que roupa vou colocar. (disse empolgada).
Gostava muito de tango. Quando estivera na Argentina com Christopher, eles saíram todas as noites e dançaram tango. Tudo bem que ela não soubesse dançar muito bem, mas fascinada pela dança.
[Christopher] Eu também. (disse imitando ela).
[Dulce] Bobo. Eu vou querer dançar.
[Christopher] Dul você sabe que eu não sei dançar tango. Já esqueceu do mico que eu peguei em Buenos Aires?
[Dulce] (gargalhou) Nunca vou me esquecer daquele tombo.
[Christopher] Ah não ria. 
[Dulce] (riu). Me desculpa mas a cena me veio a cabeça. (deu um selinho nele). Mas você vai dançar comigo sim né?
[Christopher] Não. Não quero cair de novo.
[Dulce] Ah então eu vou ter que dançar com o bailarino. 
Num movimento brusco, Christopher ficou por cima de Dulce, entre as pernas dela e segurando-a pelos pulsos, colocando os braços ao da esposa ao lado da cabeça dela. Dulce sorriu.
[Christopher] Repita isso.
[Dulce] Vou ter que dançar com o bailarino. (o desafiou).
Christopher colou os lábios nos dela, num beijo selvagem. Dulce respondeu o beijo à altura e quando ele ia separar seus lábios, mordeu-lhe o lábio inferior.
[Christopher] Dulce Maria não brinque com fogo.
[Dulce] E se eu quiser?
[Christopher] Você vai se queimar,
[Dulce] Hum adorei a idéia!
Christopher a beijou possessivamente, fazendo-a gemer. Mas com o tempo o beijo foi se tornando calmo e apaixonado, assim como as mãos dele que exploravam o corpo da esposa. Acariciou-lhe o seio por cima do biquíni, fazendo-a gemer durante o beijo. Sentiu o mamilo túmido pelo tecido e uma vontade de sugá-lo tomou conta dele. Ele descobriu o seio de Dulce e passou os dedos pelo mamilo, fazendo-a gemer.
[Christopher] Gosta?
Dulce concordou mordendo o lábio inferior. Ele colocou os lábios perto do mamilo túmido e passou os lábios sobre ele, fazendo-a soltar um gemido abafado. Christopher segurou o mamilo entre os lábios e pôs a sugá-lo, sentindo Dulce agarrar seus cabelos. Sua língua jogava com ele, deixando a pele da esposa molhada. Depois fez o mesmo com o outro.
Passando os lábios pela barriga lisinha de Dulce, Christopher mordiscou-lhe em torno ao umbigo, enquanto suas mãos lhe acariciavam as pernas. Ele desceu mais um pouco e desatou os dois laços da parte debaixo do biquíni, tirando-o. Dulce sentia-se completamente úmida, enquanto sentia-se latejar. Necessitava-o dentro de si. 
Aquela pequena peça molhada foi atirada no chão e Christopher tirou sua sunga, jogando-a junto ao biquíni. Seu corpo foi admirado pelos olhos famintos de Dulce, que ficaram um tempo em sua ereção. Sem hesitar, voltou a deitar sobre o corpo da esposa, ficando entre a abertura do corpo dela. Dulce rodeou-lhe a cintura com as pernas e Christopher a beijou, introduzindo-se no corpo da mulher que amava. Ela gemeu e arranhou as costas do marido, ouvindo-o gemer também. Se movimentando lentamente, Christopher a amava. Sentindo seus seios roçarem na pele com poucos pelos dele, Dulce sentia-se cada vez mais excitada.
Com as mãos na bunda de Christopher, Dulce gemia com mais freqüência e ofegava rapidamente devido as rápidas e intensas estocadas dele. Seus corpos se movimentavam na mesma sintonia enquanto Dulce mordia o ombro do marido. Procurando as profundezas da esposa, Christopher atingiu o clímax e gemeu no ouvido dela, cerrando os olhos. Dulce gemeu alto e se aferrou a Christopher, cravando as unhas na nádegas dele. Sentiram seus corações pararem de bater por uns segundos, mas logo eles voltaram a bater agitados, enquanto uma sensação de plenitude dominava seus corpos.
Christopher tombou o corpo sobre o de Dulce, sendo acolhido num abraçado carinhoso. Tinha o rosto nos cabelos dela e sentia o coração da esposa bater descompassado, como o seu. Beijou-lhe o pescoço e esperou que seu corpo voltasse ao normal.
Enquanto esperava seu corpo se recuperar daquela maravilhosa sensação, Dulce lhe acariciava os cabelos com uma mão e as costas com outra, ofegando. Como o amava... 
[Dulce] Adoro brincar com fogo! (disse quando já estava recuperada).
Christopher levantou o rosto e a beijou com ternura, antes de tirar-lhe os cabelos grudados da testa.
[Christopher] Já percebi isso.
[Dulce] Você me faz pegar fogo!
[Christopher] E você me deixa louco. Fica me provocando...
[Dulce] Gostoso! (disse brincando com um cachinho do cabelo dele).
Sorrindo, selou os lábios dela com os seus e deitou ao lado dela, puxando-a para si.
[Christopher] Só em pensar que chegamos hoje e que temos uma semana pela frente... Ai! (suspirou).
[Dulce] Amor, amor, amor, amor... (disse acariciando-o o peito).
[Christopher] Muito amor. (a apertou no abraço). O que você quer fazer?
[Dulce] Ficar na cama com você até sairmos. 
[Christopher] (sorriu). Vou olhar que horas começa o show. (pegou de novo o folheto e voltou a colocá-lo no bidê). 22h.
[Dulce] Hum então temos... (consultou o relógio). 4h pela frente. Mas antes eu quero ligar pra casa. Quero falar com o meu bebê.
[Christopher] Dul a gente já ligou hoje.
[Dulce] Mas eu não falei com ela.
Se esticando para pegar o celular do marido no bidê, ela deitou por cima dele. Pegou o celular e ligou para casa.
[Guadalupe] “Alô?”
[Dulce] Lupe? É a Dulce!
[Guadalupe] “Oi minha menina tudo bem?”
[Dulce] Tudo ótimo e por aí?
[Guadalupe] “Também! Só que a Lalau ficou chateada por não ter falado contigo hoje pela manhã.”
[Dulce] Ai passa o meu bebê. Eu liguei porque estou morrendo de vontade de falar com ela.
[Guadalupe] “Sim claro. Já a chamo”. 

Capítulo 269-História ''Fuego''

Dulce envolveu-lhe o pescoço com os lábios e abriu os lábios, recebendo a língua quente e úmida dele. Ela rodeou a cintura de Christopher com as pernas e aprofundaram o beijo, mas foram interrompidos por uma batida na porta. Christopher suspirou frustrado, se levantou e foi atender, enquanto Dulce ajeitava a blusa e o batom.
[Christopher] Sim? (disse ao ver um dos funcionários do hotel com uma garrafa de champanhe na mão).
[Funcionário] Cortesia do hotel.
Christopher pegou a garrafa de Chandon, agradeceu e fechou a porta, retornando ao centro do quarto.
[Dulce] Amo cortesias de hotel! (disse animada).
Sorrindo, ele abriu a champanhe e serviu duas taças. Pegou uma, entregou para Dulce e, com a sua, brindou com ela. Dulce se levantou, colocou as duas taças na mesinha e colou seus corpos, embalando-os numa dança lenta. Ela o abraçava pela cintura e Christopher acariciava, com a ponta dos dedos, os ombros da esposa.
[Christopher] Está melhor?
[Dulce] Uhum. (fez biquinho e ele a beijou). O que nós vamos fazer hoje?
[Christopher] Que tal tomarmos um banho, almoçarmos e darmos uma volta na praia?
[Dulce] Perfeito! Primeiro eu ou você? (perguntou a respeito do banho).
[Christopher] Que tal junto? (disse apertando-a contra si).
[Dulce] (sorriu). Excelente idéia.
Depois do banho, eles se arrumaram, ligaram para casa, tiraram as coisas da mala e, às 12h30min, desceram para irem almoçar.
O garçom apareceu com o cardápio e eles logo pediram um vinho e a comida. Dois minutos depois o garçom trouxe o vinho e, minutos mais tarde, a comida.
[Dulce] Hum a comida daqui é maravilhosa.
[Christopher] É verdade.
Eles terminaram o almoço e foram caminhar na beira da praia, de mãos dadas. Enquanto caminhava, conversavam animadamente e se acariciavam. Algumas mulheres olhavam Christopher com interesse e Dulce fez que não percebera.
[Dulce] Eu não estou me sentindo muito bem. Ta muito quente.
[Christopher] Você quer voltar pro quarto pequena?
[Dulce] Pode ser?
[Christopher] Claro minha vida. Acho que a gente nem deveria ter saído de lá. Você tinha que estar descansando.
Christopher passou o braço por cima dos ombros de Dulce, que abraçou o marido pela cintura e voltaram para o hotel.
No quarto, Christopher pegou Dulce no colo, fazendo-a soltar um gritinho e a colocou na cama, ajeitando os travesseiros para ela deitar.
[Dulce] Eu queria tomar um banho.
[Christopher] Depois você toma. Agora durma.
[Dulce] Você não vai deitar comigo?
[Christopher] Vou. Só vou fechar as cortinhas. 
Ele se aproximou da janela, fechou as cortinas e, depois de tirar o calção, ficando só de sunga, deitou na cama, ao lado da esposa. Dulce, que ainda estava com uma saída-de-praia, a tirou e ficou só de biquíni. Após se cobrirem com o lençol, ela se aproximou de Christopher e o abraçou, dando um beijo em seu peito.
[Christopher] O que você ta sentindo meu anjo?
[Dulce] Ainda to um pouco tonta e com dor de cabeça.
Christopher beijou-lhe a testa.
[Dulce] Me desculpe por estragar o passeio.
[Christopher] Não estragou nada pequena. Ainda temos a semana inteira. (disse acariciando-a os cabelos).
Eles não disseram mais nada, ficaram se acariciando até que adormeceram. 

Capítulo 268-História ''Fuego''



[Christopher] Você quase desmaiou meu anjo.
[Dulce] Sim.
[Aeromoça] Vou chamar um enfermeiro.
O enfermeiro colocou um pouco de álcool num pano e Christopher pegou da mão dela. Ele cheirou o pano para ver se era álcool mesmo e colocou no rosto da esposa, para que ela não houvesse uma recaída.
Eles mediram a pressão de Dulce e constataram que estava baixa.
[Enfermeiro] Ela teve uma queda de pressão. A Sra. está doente grávida ou algo assim?
Mentindo, ela negou com a cabeça.
[Enfermeiro] Bem lhe darei um remédio e peço que a Sra. fique o resto do vôo aqui,está bem?
[Christopher] (respondendo por ela) Sim.

Após atender Dulce, o enfermeiro e a aeromoça a deixou a sós com Christopher, que a acariciava o rosto e os cabelos.
[Christopher] Que susto que você me deu pequena.
[Dulce] Me desculpa.
[Christopher] Desculpo. (beijou-lhe os lábios).
Duas horas depois, com Dulce se sentindo melhor, eles estavam desembarcando no Aeroporto de Cancun. Pegaram suas malas, pegaram um táxi e foram direto para o hotel Hariton.
Chegando lá um funcionário pegou suas malas e os seguiu à recepção.
[Recepcionista] Bom dia Sr. e Sra. Uckermann. Que prazer em vê-los.
[Christopher] Bom dia. A chave do quarto por favor.
[Recepcionista] Claro Sr. (ele pegou a chave e entregou a ele).
[Christopher] 495. (disse em voz baixa). Obrigado! Vamos Dul.
[Dulce] Sim. Obrigada! (agradeceu simpática).
O carinhas das malas os seguiu e, chegando em frente ao quarto, abriu a porta e, depois de Christopher e Dulce entrarem, colocou as malas num canto e se retirou, após ganhar uma boa gorjeta.
Dulce se jogou na cama com os braços abertos e suspirou.
[Dulce] Tudo que eu queria.
Christopher, que colocava o celular, a carteira, tudo na mesinha, enquanto sorria. Ele tirou o terno, colocou na cadeira e abriu os botões do punho, erguendo as mangas.
[Dulce] Eu já estava com saudade daqui.
[Christopher] É eu também. Este quarto... (disse enquanto se aproximava da cama e deitava por cima dela) esta cama é o nosso ninho de amor em Cancun. (disse enquanto beijava-lhe os lábios).
Todos os anos eles iam, pelo menos uma vez, a Cancun e sempre ficavam naquele mesmo quarto.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Capítulo 267-História ''Fuego''


Christopher fechou a porta e, quando Dulce ficou em pé, se aproximou dela.
[Christopher] Recuperada do susto? (perguntou colocando as mãos na cintura dela).
[Dulce] Mais ou menos. Hum tava tão bom lá. (disse abraçando-o).
[Christopher] Também acho. (a abraçou também). Você não colocou calcinha né?
[Dulce] (riu) Não. Foi tudo muito rápido.
[Christopher] Pena que você vai ter que colocar o filme pra Lalau. (disse malicioso).
[Dulce] Depois antes de irmos dormir, a gente continua. 
Rindo, se beijaram.
Ao se separarem, Dulce colocou uma roupa melhor, prendeu o cabelo e foi pra sala colocar o filme para Ana Laura. Christopher apareceu logo depois, sentando com a esposa no sofá, enquanto a filha via o filme sentada sobre um edredom no chão.
[Dulce] To ansiosa com a viagem. (cheirou o pescoço dele enquanto lhe acariciava o peito).
[Christopher] Eu também. Só nós dois, na praia, no quarto, na cama, durante uma semana... Vai ser o paraíso!
[Dulce] Concordo! Fazer amor pela manhã, pela tarde e a noite... (sussurrou).
[Christopher] Se você quiser, eu peço passagens para amanhã. (Dulce gargalhou).
[Ana Laura] Shhhhhhh! 
Segunda, às 6h30min, Dulce e Christopher saíram do apartamento num táxi e foram direto para o aeroporto, onde às 7h45min embarcaram para Cancun.
No avião, na primeira classe, Dulce e Christopher estavam de mãos dadas e conversavam e se acariciavam em meio a sorrisos. Qualquer um que os olhasse pensaria que eram um casal de recém-casados.
[Dulce] Vou sentir saudades da Lalau.
[Christopher] Eu também. Mas essa viagem vai ser maravilhosa. Será o nosso recomeço.
[Dulce] Sim. (deu um selinho terno nele).
Christopher estava sentado na janelinha e olhava para fora, enquanto Dulce olhava para os lados, preocupada. Estava com medo que tivesse uma queda de pressão quando o avião decolasse e respirou fundo.
[Christopher] O que houve? Ta com medo? (perguntou ao ouvir o longo suspiro da esposa e acariciou-lhe a bochecha).
[Dulce] Um pouco.
[Christopher] Vai dar tudo certo.
Minutos depois a aeromoça disse para todos apertarem os cintos que o avião iria decolar. Quando o avião decolou, Dulce sentiu uma tontura e ficou pálida como um papel. Christopher a olhou e se assustou.
[Christopher] Dulce! (ele tirou o cinto dele, o dela e chamou a aeromoça). Dul o que houve? (perguntou preocupado, chamando a atenção de todos, enquanto a aeromoça ia em direção a eles).
[Dulce] Eu não estou me sentindo bem.
[Aeromoça] Leve-a lá para trás. Cuidaremos dela.
Christopher a pegou no colo e fez o que a aeromoça lhe pedira. Ele a sentou uma poltrona e a inclinou para trás, deixando-a deitada.
[Aeromoça] Pode retornar ao seu lugar, Sr. Eu cuidarei de sua esposa.
[Christopher] Não, não. Daqui eu não saio.
[Dulce] Pode ir amor.
[Christopher] Não. (se agachou ao lado da esposa e beijou-lhe o rosto). O que você esta sentindo Dul?
[Dulce] Uma tontura mas agora já estou melhorando. 

Capítulo 266-História ''Fuego''

Depois de secarem seus corpos, Christopher pegou Dulce nos braços e a levou para o quarto, colocando-a na cama. Deitando por cima dela, a beijou, fazendo-a envolver-lhe o pescoço com os braços.
[Dulce] Tranca a porta! (pediu).
Rapidamente, Christopher se levantou e fez o que a esposa lhe pedira, tendo uma surpresa ao se virar para ela. Dulce estava em pé na cama, chamando-o. Com esta visão, Christopher sentiu seu membro enrijecer. Dulce sorriu ao olhar a masculinidade do marido e o chamou novamente. Ele se aproximou, ficando com o rosto na barriga dela e, segurando-a o quadril, beijou-a naquela região, contornando o umbigo com a língua. Dulce colocou os dedos dentre os cachinhos do marido e sorriu, vendo-o olhar em seus olhos. As mãos de Christopher passaram para*******da esposa, apertando-a com delicadeza. Ela deu um passo para trás e, puxando-o pela mão, o fez subir na cama. Ela se ajoelhou e Christopher fez o mesmo, colando seus corpos. Enquanto a beijava, explorava o corpo dela com as mãos, e Dulce acariciava os braços do marido, soltando uns gemidos baixos. Christopher desceu os lábios pelo pescoço dela, deixando-o vermelho e molhado. Dulce jogava a cabeça para trás recebendo esta caricia e sentia-se cada vez mais úmida. Com os dedos experientes, tocou-a em seu centro, fazendo-a ofegar enquanto explorava aquela carne macia e úmida. Dulce cravou as unhas nos braços do marido quando ele apertou o pequeno ponto de prazer, dando um prazer maravilhoso a ela. Christopher tirou a mão do centro dela e colocou nas nádegas da esposa, pressionando-a contra si. Com a outra mão, ele acariciou o seio de Dulce, contornando-lhe a auréola. Dulce gemeu e mordeu o lábio inferior. Os olhos deles a fitaram brilhando de desejo. Adora a reação dela ao seu toque. 
Dulce quase gritou quando ele lhe beliscou o mamilo tamanho era o prazer que lhe dera. Depois ele trocou os dedos pelos lábios, beijando, sugando e mordendo-lhe os seios fartos. A mão dela, que não o parava de acariciar-lhe os cabelos e os braços, o afastou e o fez deita-lo, sentando por cima dele logo em seguida. Dulce percorreu o corpo do marido com os lábios, ficando um tempo sugando-lhe o mamilo. Christopher apertou com força o edredom, sentindo como se não fosse agüentar. Ela desceu mais os lábios, beijando-lhe a barriga e, quando ia brincar com a ereção dele, Christopher a impediu.
[Christopher] Nem pense em fazer isso, senão eu não agüentarei. (disse com a voz rouca de desejo).
Dulce sorriu e sentou sobre o marido, fazendo-o gemer em sentir a umidade de seu sexo roçar no pênis dele. Ela segurou-lhe o membro e se ajeitou, fazendo-o penetra-la. Um gemido escapou da garganta de ambos ao mesmo tempo e Dulce logo iniciou sua cavalgada, lentamente. Ela apoiava as mãos na barriga do marido, que segurava-lhe pelo quadril, ajudando-a. Ela jogava a cabeça para trás de vez em quando, fazendo Christopher sentir ainda mais tesão.
Apertando-a mais forte no quadril, Christopher a fez aumentar a velocidade da movimentação, fazendo com que os gemidos deles fossem mais altos e ofegantes. As unhas de Dulce arranhavam a pele do marido, dando-o mais prazer. O ritmo de seus corpos era quase frenético, assim como a batida de seus corações ao atingirem o ápice do prazer.
Christopher trouxe o quadril de Dulce para si, enquanto erguia um pouco o seu, preenchendo-a como nunca fizera antes. Ela não conseguira conter um grito que ficava entre prazer e dor e voltou a cravar as unhas nele, fazendo-o quase gritar. Os orgasmos deles vieram ao mesmo tempo e do mesmo jeito: abrasador.
Exausta, Dulce deixou-se cair sobre o peito do marido, sendo aninhada pelos braços envolventes dele. 
Quando seus corpos se recuperaram, Dulce ergueu o rosto e beijou os lábios de Christopher, que estava de olhos fechados. Ele os abriu e, sorrindo, passou a mãos pela testa da esposa, limpando o suor e tirando os cabelos grudados. Dulce fez o mesmo nele e voltou a beijá-lo. A ponta dos dedos de Christopher acariciavam as costas nua da esposa, numa caricia suave e terna.
O clima romântico foi interrompido por uma batida na porta que eles conheciam muito bem. Rapidamente se levantaram e colocaram uma roupa, enquanto diziam para esperar um pouco.
Já vestido, assim como Dulce, Christopher abriu a porta e Ana Laura entrou, indo sentar na cama, onde Dulce estava sentada, passando as mãos pelos cabelos.
[Ana Laura] O que vocês estavam fazendo? (perguntou se aninhando entre as pernas da mãe).
[Christopher] Namorando. (respondeu dando um beijo na cabeça da esposa).
[Ana Laura] Dando beijinho? (perguntou sorrindo).
[Dulce] Sim.
[Ana Laura] Vocês se amam! Vocês se amam! Vocês se amam! (repetia se balançando na cama).
[Christopher] Muito! (respondeu rindo, assim como Dulce fazia). Vou ao banheiro ajeitar o meu cabelo.
[Dulce] Trás a escova pra mim amor.
[Christopher] Ta.
Ele penteou os cabelos no banheiro e trouxe a escova como Dulce lhe pedira. A entregou e observou ela pentear os belos e longos cabelos negros.
[Ana Laura] Por que você ta de camisolamamãe?
[Dulce] Porque a mamãe quis botar ué.
Christopher sorriu. Aquela tinha sido a primeira roupa que Dulce vira pela frente e, pelo que percebera, ela não estava de calcinha.
[Ana Laura] Mamãe você coloca Nemo pra eu ver?
[Christopher] De novo? Quantas vezes você já viu?
[Ana Laura] Muitas mas é muito legal o filme.
[Dulce] A mamãe também acha. Depois a mamãe coloca. Só deixa ela se arrumar melhor e já vai lá pra sala. Vai indo lá.
[Ana Laura] Ta. (se levantou e saiu correndo do quarto). 

Capítulo 265-História ''Fuego''


Dulce chegou em frente ao prédio de Anahí e esperou que a amiga descesse. Logo ela apareceu, entrou no carro e Dulce arrancou.
[Anahí] Oi meninas!
[Dulce e Maite] Oi Any!
[Dulce] Any eu tenho que contar uma coisa.
[Anahí] Ai o quê? To ansiosa com esse seu sorrisão Dul.
[Dulce] Eu to grávida!
[Anahí] O quê? (perguntou surpresa) Desde quando amiga?
[Dulce] Um mês e meio.
[Anahí] Ai parabéns, Dul! Que lindo! Eu e a você de barrigão! Agora só falta a May.
[Dulce] É.
[Maite] Esperem aí. Eu e o Christian vamos esperar mais um tempinho até termos outro. Mal temos tempo pro Lipe.
[Anahí] Mas o Chris já sabe Dul?
[Dulce] Ainda não. Eu fiquei sabendo há pouco.
[Anahí] Jura? (disse surpresa). Nossa!
Elas continuaram a conversar sobre a gravidez de Dulce até chegarem ao shopping, onde passaram a tarde inteira comprando, conversando e se divertindo.
Dulce deixou Anahí em casa, Maite na empresa e foi buscar Ana Laura na escolinha. Elas chegaram em casa e Dulce colocou todas as sacolas no quarto, antes de se jogar na cama e suspirar, sem tirar o sorriso do rosto.
Eu to grávida! Eu to grávida! Eu to grávida! Eu to grávida! (repetia mentalmente, enquanto se agarrava ao travesseiro do marido).
Blanca entrou no quarto da filha e sorriu com a cena.
[Blanca] Posso saber o motivo desta felicidade toda?
[Dulce] Ai mamãe depois eu te conto. Ainda não posso falar.
[Blanca] Tudo bem então. Eu vim aqui pra dizer que a Lalau quer que você dê banho nela.
[Dulce] Ta vou lá.
E saiu do quarto, antes de dar um beijo na mãe.
No banheiro enquanto banhava a filha, Dulce não conseguia deixar de sorrir e cantar com Ana Laura. Depois a secou, colocou uma roupinha folgada e ficou a brincar de boneca com a filha, quando viu que era 18h20min.
[Dulce] Filha eu vou tomar banho pra esperar o papai ta?
[Ana Laura] Ta. Chama a vovó pra vir brincar comigo mamãe?
[Dulce] Chamo meu anjo. (deu um beijo na filha e deixou o quarto da menina). Mãe a Lalau quer que você vá lá brincar com ela enquanto eu tomo banho. (disse a Blanca, que estava conversando com Guadalupe na cozinha).
[Blanca] Está bem filha. Vou lá.
Dulce foi para seu quarto e entrou no banheiro, cantando enquanto se banhava. Ela nem percebera quando alguém entrou no box. Só percebeu quando sentiu alguém abraça-la e abriu os olhos rapidamente.
[Dulce] Christopher Uckermann que susto!
[Christopher] Me desculpe Dulce Maria Uckermann. (beijou-lhe os lábios).
[Dulce] Eu não gosto quando você faz isso.
[Christopher] Não gosta dessa surpresa?
[Dulce] Não gosto quando você entra sem fazer barulho.
[Christopher] Me desculpa?
[Dulce] Desculpo. (segurou o rosto e o beijou).
[Christopher] Que sacoladas são aquelas lá no quarto?
[Dulce] Eu comprei algumas coisinhas pra nossa viagem.
[Christopher] Algumas?
[Dulce] Ai Chris comprei pra ficar bonita pra você.
[Christopher] Ta tudo bem. Mas é que qualquer dia desses vamos ter que comprar outro armário só para as tuas roupas.
[Dulce] (deu um tapinha no peito dele) Engraçadinho!
[Christopher] Você foi sozinha no shopping?
[Dulce] Não. A May e a Any foram comigo.
[Christopher] E de certo voltaram com sacolinhas também.
[Dulce] Algumas.
Christopher riu e a beijou.
[Dulce] Como foi no trabalho hoje?
[Christopher] O de sempre. (colocou o rosto na curva do pescoço dela e pôs-se a beijá-lo).
[Dulce] Não ta cansado? (perguntou segurando os cabelos dele).
[Christopher] Um pouco, mas a saudade e o desejo são maiores.
[Dulce] Espera. (o separou um pouco). Vamos terminar o banho primeiro.
[Christopher] (fazendo beiço) Ta.
Sorrindo, o beijou e voltaram a se banhar.

Capítulo 264-História ''Fuego''

[Blanca] Chris eu espero que você entenda.
[Christopher] Entendo sim, dona Blanca, mas saiba que a Sra. não nos incomoda. Mas se quiser ficar aqui tudo bem. 
[Blanca] Obrigada Chris. Acho que Guadalupe também não iria gostar de se mudar.
[Christopher] Então vocês duas podem ficar aqui. Mas vamos fazer o seguinte. Não vamos mais falar disso até eu e a Dul voltarmos da viagem certo? Iremos mudar apenas se acharmos uma casa ideal senão não.
[Blanca] Ok.
[Christopher] Agora deixe eu ir lá falar com ela.
Ele se levantou, beijou as mãos da sogra e foi para o quarto, onde Dulce via TV irritada.
[Christopher] Você não deveria ter brigado com a sua mãe por causa de uma besteira dessas Dul.
[Dulce] Besteira? Ela não quer ir morar com a gente Chris.
[Christopher] Dul a sua mãe gosta daqui. Não que ela nos atrapalhe, mas vai ser legal se termos a casa só pra nós. Não acha?
[Dulce] Você não gosta que ela more conosco?
[Christopher] Não é isso que eu estou dizendo. Olha você ama a sua mãe e eu também a adoro, mas nos casamos para montar a nossa família, o nosso lar. Não que ela não faça parte da família, mas a gente tem que criar a nossa história Dul. E além do mais, teríamos mais privacidade para fazer o que a gente quiser e aonde quiser. (sorriu malicioso, fazendo-a sorrir). Mas olha pequena, ainda não temos a casa, então só iremos voltar a falar nisso quando voltarmos de Cancun para procurarmos uma ok?

[Dulce] Ta.

Christopher lhe beijou os lábios e alguém bateu na porta, antes de entrar correndo.

[Dulce] Filha.

[Ana Laura] Cheguei!

Sentou na cama, ao lado da mãe. 

Christopher] Onde você estava?
[Ana Laura] Brincando com a Lupe no quarto.
Dulce beijou a filha e pediu licença para Christopher, para poderem ver TV. Ela pegou o controle e colocou num canal de desenhos, fazendo os olhinhos da filha brilharem ao ver “As Meninas Super Poderosas”.
[Christopher] Mas você gosta desse desenho, hein meu anjo?
[Ana Laura] Sim. Eu sou a Florzinha e a mamãe é a Lindinha.
[Christopher] Concordo, sua mãe é lindinha. (Dulce, sorrindo, lhe mostrou a língua, fazendo-o rir). Mas e eu?
[Ana Laura] Você é a Docinho. (disse rindo marota).
[Christopher] Ta me chamando de menina danadinha?
Ana Laura não respondeu, apenas continuou rindo.
[Christopher] Não eu sou aquele cara ali. (apontou para TV).
[Ana Laura] O Professor. 
[Christopher] O que ele faz?
[Ana Laura] Ele que criou elas e o Macaco Louco também.
[Christopher] Ah então o cara é inteligente. É bem a minha cara.
[Dulce] Convencido! 
[Ana Laura] É.
Ele riu.
[Christopher] Filha olha só. (se ajeitou na cama, ficando ao lado da menina). O papai e a mamãe vão viajar semana que vem. Vamos na segunda e voltamos no outro domingo e você vai ficar com a vovô e com a Lupe, ta?
[Ana Laura] Eu não posso ir junto?
[Dulce] Não meu anjo. É uma viagem de casal. (acariciou o rostinho dela, vendo o beiço que ela fazia). Mas é só uma semaninha.
[Christopher] É. E a gente vai trazer um presente pra você.
Logo os olhinhos dela brilharam, enquanto abria um sorriso.
[Ana Laura] Bem grandão né mamãe?
[Dulce] (riu). É.
[Christopher] Mas só se você se comportar ouviu?
[Ana Laura] Prometo que vou.
[Christopher] Então ta combinado. (beijou a cabecinha dela).
Eles ficaram mais um tempo vendo TV e brincando, até que, um pouco antes da hora de jantar, Dulce foi conversar com a mãe, para pedir desculpa pelo comportamento. Elas se abraçaram e todos foram jantar. 

Sexta-feira chegou, o dia em Dulce que saberia a verdade. Pela manhã, Dulce passou no laboratório e pegou o resultado do exame, mas não o abriu, como lhe havia pediu Dr. Puentes. Nervosa e ansiosa, pegou Maite no trabalho e foram direto para o consultório dele, para que o obstetra lhe dissesse.
As duas estavam no escritório do Dr. Puentes, em frente a ele que lia o resultado com a testa franzida. Dulce sentia seu estomago dar voltas e voltas e Maite apertava as mãos, que já estavam suadas. Por que ele estava demorando tanto? Será que era para deixá-las cada vez mais ansiosas?
[Dulce] E então? (perguntou).
[Dr.Puentes] É o exame confirmou a minha maior suspeita. Parabéns Dulce. Você está grávida!
Maite deu um grito aliviado, mas Dulce não emitiu som algum. Estava em choque. Grávida? De não tinha como saber em dois dias, de quantas semanas? Lágrimas começaram a rolar por seu rosto, enquanto seu coração voltava a bater acelerado. Ela e Christopher teriam outro filho!

[Dulce] De quanto tem? (perguntou com um sorriso emocionado).
[Dr. Puentes] Um mês e meio, querida.
[Dulce] O quê? (perguntou perplexa). Como doutor? Eu comecei a ter os sintomas essa semana.
[Dr.Puentes] Isso acontece com muitas mulheres queridas. Tem mulheres que descobrem a gravidez no terceiro mês, quando a barriga começa a aparecer. Mas você tem que dar graças a Deus que os sintomas começaram a aparecer agora. (riu). Dulcevocê está bem? (perguntou ao ver o rosto dela pálido).
Antes que pudesse responder, Dulce não vira mais nada. 

Ao abrir os olhos, Dulce viu tudo embaçado e tentou sentar-se, mas alguém a impedira. Onde estava?

[Maite] Dul você está bem?
[Dr. Puentes] Dulce a Sra. está bem?
Reconhecendo as vozes deles, ela logo se lembrara de tudo.
[Dulce] Eu to grávida!
[Maite] Sim está amiga! (disse abrindo um sorriso).
Dulce a olhou e sorriu junto, enquanto voltava a chorar.
[Dulce] Meu Deus estou tão feliz!
[Dr.Puentes] Cuidado para não desmaiar de novo Dulce!
[Dulce] Oh Carlos muito obrigada!
[Dr.Puentes] Oh querida você não tem o que agradecer! Isso é mérito seu e do seu marido.
Elas saíram do consultório meia hora depois, para que Dulce estivesse melhor para dirigir.
[Dulce] May liga pra Any e avisa ela que estou passando lá para pega-la. (disse com um sorrisão). 
Céus, ainda não conseguia acreditar!
[Maite] Mas por quê?
[Dulce] Nós vamos ao shopping para comprar umas roupas pra minha viagem semana que vem.
[Maite] Mas e o trabalho Dul?
[Dulce] Liga pro escritório e avisa que não vamos retornar. Diz pro teu assistente cuidar de tudo.
[Maite] Ta.
Maite pegou o celular e ligou primeiro para a empresa. Depois ligou para Any.
[Maite] Ela vai se arrumar. (disse desligando o celular).
[Dulce] Ta. 

Capítulo 263-História ''Fuego''

Meia hora depois eles saíram do banheiro vestindo robes. Christopher vestiu a cueca, uma calça de abrigo azul e uma camiseta cinza , e Dulce colocou um vestidinho azul bebê.

[Christopher] Dul vem cá. A gente tem que conversar. (pegando-a pela mão, ele a levou para cama, onde sentaram um ao lado do outro).

[Dulce] O que foi amor?

[Christopher] Você me disse que queria se mudar. Aonde mais ou menos, você quer uma casa? (disse antes de dar um beijo na cabeça dela).

[Dulce] Então você aceita mesmo? (perguntou animada, sentando no colo dele).

[Christopher] (sorriu). É claro minha vida. Também acho que vai ser melhor, tanto para nós, quanto pra Lalau.

[Dulce] (deu um beijo nele). Obrigada!

[Christopher] De nada pequena mas agora me diz aonde você quer ir morar.

[Dulce] Hum eu queria uma casa aqui por perto. Com piscina, jardim, um escritório...

[Christopher] Um ateliê para você desenhar...

[Dulce] Sim! (disse com um sorriso enorme).

[Christopher] Quantos quartos?

[Dulce] Hum... (pensativa). Uns 6. Um pra nós, outro pra Lalau, outro pra minha mãe, outro pra Lupe e dois de hóspedes...

[Christopher] Ta. E vamos ter empregadas também, então teremos que ter quartinhos para elas.

[Dulce] Também. (o olhou mordendo o lábio inferior). Chris você tem certeza? Olha tudo bem que eu queira muito tudo isso, mas o dinheiro...

[Christopher] Dul dinheiro não importa. A gente pode ter tudo isso e muito mais. Eu quero que você e a Lalau tenham o melhor lar possível. Você não viu como esse apartamento ficou pequeno? Eu nem uso o meu escritório mais. Está tomado de brinquedos. (eles riram). Quando eu era pequeno morava numa casa como essa. Era enorme e eu adorava. Só que o único problema é que ela não era por aqui. Vai ser difícil achar uma casa dessas aqui por perto, mesmo este sendo o melhor bairro da cidade. Talvez tenhamos que nos mudar para um lugar um pouco mais longe, mas para mim não tem problema. 

Dulce] Pra mim também não. Mas será que a Lalau aceitaria?

[Christopher] Eu acho que sim. Ta mas agora me conta o que mais você quer.

Eles ficaram conversando mais um tempo até que resolveram ir para sala.

[Dulce] Mamãe eu e o Chris estávamos conversando lá no quarto e decidimos uma coisa. (disse sentando no sofá ao lado da mãe).

[Blanca] O quê?

[Dulce] Nós vamos nos mudar que tal?

[Blanca] Mudar? Mas para onde?

[Dulce] Para uma casa.

[Christopher] Mansão de acordo com que a Dul quer.

[Dulce] Ah mas você disse que tudo bem.

[Christopher] Eu sei mas não deixa de ser uma mansão. (deu um beijinho nela).

[Blanca] Mansão? Mas pra que uma casa tão grande?

[Dulce] Queremos ter mais espaço para Lalau e os brinquedos dela.

[Christopher] É.

[Blanca] Mas vocês já viram alguma casa?

[Christopher] Ainda não. Vamos ver depois que voltarmos de Cancun. Acho que vamos para um lugar um pouco mais longe, mas não tem problema. A Sra. concorda?

[Blanca] Na verdade eu não sei. Eu adoro este apartamento. 

[Dulce] Mas tenho certeza que você irá adorar a casa mamãe.

[Blanca] Não duvido, minha filha. Mas eu gosto muito daqui. Se desse eu poderia ficar aqui?

[Dulce] O quê? Não mamãe você vai conosco.

[Blanca] Filha olha eu adoro morar com vocês, mas esses dias eu estava pensando que provavelmente vocês devem estar querendo morar a sós com a Lalau, para ter mais privacidade.

[Dulce] É claro que não mamãe. Olha...

[Christopher] Vamos fazer o seguinte. Quando voltarmos de viagem a gente conversa ta? Ainda nem temos a casa. 

Dulce se levantou do sofá e, irritada, foi para o quarto. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Capítulo 262-História ''Fuego''



Poucos minutos depois, Blanca entrou no quarto levando um copo d’água para a filha, que descansava.
[Blanca] O Chris me disse que você vomitou. Ainda enjoada meu anjo?
[Dulce] Sim, mas eu ainda não entendo o motivo.
[Blanca] Você só pode estar grávida, Dulce. Fome + enjôo = gravidez filha.
[Dulce] Eu sei, mas não tem como, mamãe. (seus olhos se encheram de lágrimas).
[Blanca] Vamos mudar de assunto. Eu trouxe essa água pra você meu anjo.
[Dulce] Obrigada mamãe. (pegou o copo e tomou um gole).
O telefone começou a tocar e Guadalupe, na sala, o atendeu, e apareceu no quarto.
[Guadalupe] Dul é a Maite no telefone.
[Dulce] Ah obrigada Lupe. (pegou o telefone). Oi May!
[Maite] “Oi Dul. Amiga o Chris me ligou dizendo que você não ia trabalhar porque não se sente bem. O que você tem amiga?”
[Dulce] Enjôo.
[Maite] “Dul você só pode estar grávida amiga”.
[Dulce] Espero. (suspirou). Como está tudo aí? Eu queria ir trabalhar para começar a organizar o próximo desfile.
[Maite] “O Chris proibiu você de aparecer aqui. Me disse que era para eu avisar ele caso você aparecesse”
[Dulce] Sério? Que lindo! (sorriu apaixonada).
[Maite] “Ele é muito atencioso hein Dul?” (riu). “Bom agora eu tenho que desligar. Beijos amiga. E melhoras.”
[Dulce] Obrigada, May Beijos.

Fim da ligação.

[Dulce] O Chris avisou a May que eu não iria trabalhar e que não deixasse eu aparecer lá. (disse colocando o telefone no criado mudo).
[Blanca] Ele se preocupa muito contigo meu anjo. Disse que era pra gente avisar ele sobre qualquer coisa, que não hesitasse em ligar.
[Dulce] Ele me disse isso também. Eu amo muito ele mamãe. Por isso quero ter outro filho com ele.
[Blanca] E terá meu anjo. Terá.


Dulce acabou adormecendo e passou o resto da tarde dormindo. Christopher ligava para lá sempre que podia e ficou feliz em saber que ela não acordava e nem piorava. Ele chegou em casa às 18h de mãos dadas com a filha.
[Ana Laura] Eu vou lá ver a mamãe.
[Christopher] Ta.
Ana Laura saiu correndo ao quarto do casal e Christopher, depois de colocar sua pasta no sofá, foi também.
Ao entrar, viu Dulce com Ana Laura no colo, enchendo-a de beijos.
[Christopher] Olá pequena. (se aproximou e beijou os lábios da esposa). Está melhor?
[Dulce] Sim.
[Ana Laura] O papai me disse que você dormiu a tarde toda.
[Dulce] Dormi. A mamãe não se sentiu bem.
Elas conversavam enquanto Christopher tirava o casaco, os sapatos e as meias.
[Ana Laura] Porque tiraram um pouquinho do teu sangue?
[Dulce] Não, porque comi demais.
[Ana Laura] Comilona!
Dulce sorriu e beijou a bochechinha dela.
[Christopher] Conta pra mamãe que você fez uma amiguinha nova hoje.
[Dulce] Fez?
[Ana Laura] Fiz. O nome dela é Dani.
[Dulce] Que legal, filha. Se quiser, qualquer dia desses pode trazer ela aqui.
[Ana Laura] Posso mesmo?
[Dulce] Pode claro.
Ana Laura abraçou a mãe, agradecendo.

Logo Blanca chamou a menina para dar-lhe banho, deixando o casal a sós.
[Dulce] Vem cá. (o chamou).
Sorrindo, ele sentou na cama e a puxou para perto, abraçando-a.
[Dulce] Senti saudades.
[Christopher] Tem certeza? Você dormiu a tarde inteira. (brincou).
[Dulce] Mas senti. Eu gosto de dormir com você.
[Christopher] Eu também. (a beijou) Fiquei feliz em saber que você dormiu a tarde inteira. Pelo menos não passou mal novamente.
[Dulce] Sim. Vamos tomar banho?
[Christopher] Vamos.
Eles se levantaram e foram ao banheiro, onde se despiram e entraram debaixo do chuveiro.
Dulce o abraçou e o beijou, sentindo-o acariciar-lhe as costas nua. Encerrando o beijo, Dulce mordeu o lábio inferior dele, enquanto levava as mãos à bunda do marido.
[Dulce] Bundudo! (disse apertando-lhe as nádegas).
Christopher riu e levou as mãos à bunda dela, apertando-a enquanto respondia.
[Christopher] Bunduda!
Sorrindo se beijaram novamente.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Capítulo 261-História ''Fuego''

Os movimentos de Christopher eram rápidos e intensos, tocando no fundo de Dulce, que lhe cravava as unhas nas nádegas, sentindo que não fosse agüentar de tanto prazer. Ela mordeu o ombro dele, fazendo-o gemer e se ajeitou melhor, abrindo mais para ele. Seus corpos suados deslizavam com mais facilidade um pelo outro, dando um ar mais erótico para o ato.
Christopher adorava sentir os seios dela esmagados contra seu peito. Aquela pele macia e úmida pelo suor, o mamilo enrijecido... 
Preenchendo-a profundamente, Christopher gozou, gemendo e cerrando os olhos. Dulce o acompanhara neste delírio, e gravou ainda mais as unhas nas costas dele, apertando-lhe a cintura com as pernas e gemendo alto. Um orgasmo arrasador dominou os corpos deles, fazendo Christopher cair sobre ela, ofegante. Dulce o abraçou e, também ofegante, sentiu o coração descompassado dele. Parecia que seus corações iam sair de seus corpos de tão frenéticos que estavam. 

Christopher] Meu Deus...

Dulce não disse nada, mas sentiu suas bochechas queimarem. Christopher levantou o rosto e sorriu ao vê-la corada.

[Christopher] Por que ta vermelhinha?

Dulce não respondeu, apenas colocou o rosto na curva do pescoço dele. Christopher se virou levando-a junto e Dulce ficou por cima dele, com os corpos ainda unidos.

Dulce levantou o rosto e o olhou, ainda corada. Christopher riu.

[Dulce] Não ria Chris. (deu um tapinha no peito dele).

[Christopher] Você fica muito lindinha envergonhada. Mas por que ficou assim?

Antes que pudesse responder, Dulce se levantou e saiu correndo em direção ao banheiro, com a mão na boca.

Preocupado, tentou ir atrás dela, mas quase caiu, pois suas calças estavam praticamente na metade das pernas dele. Ajeitando a cueca e as calças, ele entrou no banheiro, encontrando-a passando mal.

[Christopher] O que houve Dulce? (perguntou preocupado, se ajoelhando no chão e passando as mãos nas costas nua da esposa).

[Dulce] Eu to enjoada.

Enquanto esperava ela melhorar, Christopher ficou ao seu lado, acariciando-a. 

Ao retornarem ao quarto, Christopher a fez colocar uma camisola e a deitou na cama, deitando ao seu lado logo em seguida.

[Christopher] Esta melhor? (perguntou acariciando-a o rosto).

[Dulce] Acho que sim.

[Christopher] Foi um enjôo?

[Dulce] Sim. Deve ter sido por ter comido demais.

[Christopher] Sim. (beijou-lhe os lábios). Eu não queria te deixar sozinha.

[Dulce] Mas você tem que trabalhar. E eu não vou ficar sozinha. Minha mãe e Lupe cuidam de mim.

[Christopher] Mas não é a mesma coisa. Vou continuar preocupado.

[Dulce] Eu ligo pra dizer se estou bem ou não ta?

[Christopher] Mas liga, Dul, por favor. Eu também vou ligar pra cá para saber como você está. Tenho medo que você esqueça de me avisar.

Sorrindo o beijou.

[Dulce] Agora vá se arrumar para ir trabalhar bundudo

[Christopher] Bundudo? (sorrindo, a beijou novamente enquanto começava a lhe fazer cócegas).

[Dulce] Pára Chris, se não eu vou vomitar.

No mesmo instante ele parou e acariciou-lhe o rosto.

[Christopher] Te amo. (selou os lábios dela).

[Dulce] Também te amo. (disse depois do beijinho, passando a mão pelo pescoço dele).

Christopher se levantou, colocou a camisa e foi ao banheiro ajeitar o cabelo. Voltou para o quarto, beijou a esposa mais uma vez e, dizendo-a para não sair da cama, deixou o cômodo.